A Diversidade Cultural é algo associado a dinâmica do processo associativo. Pessoas que por alguma razões decidem pautar suas vidas por normas pré-estabelecidas tendem a esquecer suas próprias idiossincrasias. Em outras palavras, o todo vigente se impõe ás necessidades individuais. O denominador “status quo” deflagra natural e espontaneamente, e como diria Hegel, num processo dialético, a adequação significa do ser ao meio.
Se observarmos o mundo como uma totalidade, vamos perceber juntamente com um pacifismo moderado, por assim dizer, um perigoso caldo de cultura intervencionista de natureza colonizadora. O antigo pacto colonial tem hoje raízes mais ideológicas do que propriamente bélicas. Ambas as tendências, não obstante, possuem legitimação, o que se coaduna perfeitamente com a questão da diversidade.
Este blog foi organizado para a conscientização das pessoas contra a Copa da Africa e o preconceito contra os negros.
terça-feira, 13 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
As doenças relacionadas à "AIDS" (jair)
As doenças relacionadas à aids figuraram entre as principais causas de morte do território sul-africano em 2005, quando o país registrou um aumento de 3,3% no seu índice de mortalidade, disse hoje o órgão oficial de estatísticas da África do Sul. Os dados sobre as taxas de mortalidade divulgados pela agência Estatísticas África do Sul mostraram que a tuberculose, a gripe e a pneumonia eram os maiores responsáveis por mortes de sul-africanos em 2005.
Especialistas sugeriram que essas doenças estavam ligadas à pandemia de aids que atinge o país. "Não há nenhuma grande surpresa no relatório. Está muito claro que a causa por trás dessas mortes é o HIV (vírus da aids)," afirmou François Venter, chefe da Sociedade de Médicos para o HIV na África do Sul. "O preocupante é que o número de mortes continua a aumentar."
A África do Sul possui uma das maiores taxas mundiais de contaminação pelo HIV - 12% dos 47 milhões de moradores do país teriam sido contaminados por essa doença mortal. Pesquisadores afirmam que a cada dia, em média, mil pessoas morrem na África do Sul devido à aids e que 1,5 mil novos casos da doença são registrados.
Segundo o órgão oficial de estatísticas, a tuberculose - doença comumente associada ao HIV - respondeu por 12,5% das 590 mil mortes registradas no país em 2005. No ano anterior, essa cifra havia sido de 12,3%. A gripe e a pneumonia, que, algumas vezes, também aparecem ligadas ao HIV, foram responsáveis por um total de 7,7% das mortes, uma queda em relação à cifra de 8% verificada em 2004.
O HIV em si foi responsabilizado por 2,5% das mortes ocorridas durante o ano de 2005 (em 2004, havia sido responsabilizado por 2,3% das mortes). O número total de mortes aumentou 3,3%. "Em termos percentuais, trata-se de um aumento significativo, especialmente se levarmos em conta que, durante esse período, o aumento no número de mortes foi maior do que o aumento da população, de cerca de apenas 1%", afirmou Kefiloe Masiteng, que trabalha no órgão de estatísticas.
Especialistas sugeriram que essas doenças estavam ligadas à pandemia de aids que atinge o país. "Não há nenhuma grande surpresa no relatório. Está muito claro que a causa por trás dessas mortes é o HIV (vírus da aids)," afirmou François Venter, chefe da Sociedade de Médicos para o HIV na África do Sul. "O preocupante é que o número de mortes continua a aumentar."
A África do Sul possui uma das maiores taxas mundiais de contaminação pelo HIV - 12% dos 47 milhões de moradores do país teriam sido contaminados por essa doença mortal. Pesquisadores afirmam que a cada dia, em média, mil pessoas morrem na África do Sul devido à aids e que 1,5 mil novos casos da doença são registrados.
Segundo o órgão oficial de estatísticas, a tuberculose - doença comumente associada ao HIV - respondeu por 12,5% das 590 mil mortes registradas no país em 2005. No ano anterior, essa cifra havia sido de 12,3%. A gripe e a pneumonia, que, algumas vezes, também aparecem ligadas ao HIV, foram responsáveis por um total de 7,7% das mortes, uma queda em relação à cifra de 8% verificada em 2004.
O HIV em si foi responsabilizado por 2,5% das mortes ocorridas durante o ano de 2005 (em 2004, havia sido responsabilizado por 2,3% das mortes). O número total de mortes aumentou 3,3%. "Em termos percentuais, trata-se de um aumento significativo, especialmente se levarmos em conta que, durante esse período, o aumento no número de mortes foi maior do que o aumento da população, de cerca de apenas 1%", afirmou Kefiloe Masiteng, que trabalha no órgão de estatísticas.
Educação do homem no campo. (Josilene, lais caroline )
Denominar a Educação do campo como um processo é uma maneira de destacar a recente introdução da categoria educacional e, também, sua própria dinâmica de consolidação, que se faz em movimento e por movimentos. A temática aqui exposta abrangerá três dimensões fundamentais: o próprio conceito de Educação do Campo, sua gênese e sua abrangência, a relação existente entre essa categoria e outras categorias sociais, no caso, o campo e seus sujeitos e considerações acerca da materialização da Educação do Campo como ocupação. Indicar como recente a Educação do campo, é de saída, delimitar as diferenças entre esta e a educação rural, o processo de escolarização existente na zona rural brasileira. Pode-se caracterizar educação do campo como um movimento, constituído pelos sujeitos sociais que integram as realidades camponesas, e que, almeja vincular o processo de vida no campo com os pressupostos educacionais, aliando assim escola e vida, os pressupostos da cotidianidade rural e os processos educativos formais. A diferenciação dessa proposta reside na sua construção, que é idealizada, operacionalizada pelos sujeitos do campo. A proposta da Educação do Campo, não é meramente pedagógica, ao buscar relacionar escola e vida, também se almeja a veiculação de uma determinada concepção de campo, na qual esse seja um lugar de vida. Essa compreensão de distingue da concepção de campo hegemônico, na qual o campo é apenas um espaço de produção, na qual não os meios para socialização, cultura, educação para os moradores da zona rural, não estão inseridos. Assim, compreender o processo de Educação do Campo, e não no campo, é também constituir esse com um espaço de existência, com todos os elementos disponíveis em outros espaços, como as cidades. Ao evidenciar tais características e perspectivas, cumpre assinalar que a Educação do Campo não encontra-se somente em torno de aspirações. As práticas construídas coletivamente, já ganham espaços consideráveis na realidade escolar brasileira. Como sua essência conflita com interesses socialmente estabelecidos para a educação, os avanços da educação do campo configuram-se como ocupações no embate político e ideológico. Propor uma escola do e no campo, opondo-se ao processo de racionalização das escolas rurais, e reverter esse quadro com a expansão da referida rede, só se vez com a ocupação dos espaços pelos sujeitos neles inseridos. Outros indícios da referida ocupação podem ser evidenciados pelos elementos curriculares, preencher, ou melhor, ocupar disciplinas, atividades escolares com conteúdos relacionados à realidade camponesa é ume exemplo dessa prática. Pode-se citar ainda o caráter metodológico, como a organização curricular por temas geradores, calendários específicos, e a pedagogia da alternância, são instrumentos que apontam para a ocupação consistente dos sujeitos sociais na escola que a eles pertence. A relação entre essas três dimensões, que em síntese é a conquista dos espaços sociais pelos sujeitos que os constitui, permeada por um projeto societal contra-hegemônico é um dos elementos que caracteriza a Educação do Campo e denota seu diferencial em relação às práticas educativas hegemônicas
As guerras napoleônicas na Africa .(jair)
Nas guerras napoleônicas, quando -- os Países Baixos se converteram em estado satélite da França, as tropas inglesas, para impedir que a colônia do Cabo caísse em mãos inimigas, tomaram a cidade, que se incorporou ao império britânico em 1814. As autoridades coloniais atraíram cidadãos ingleses para lá e tentaram britanizar os africânderes, ou bôeres. Com a abolição da escravatura, seis mil bôeres do Cabo embarcaram em suas carroças e empreenderam a "longa marcha" para o nordeste com suas famílias e escravos negros. Estabeleceram-se nas regiões do Transvaal, Orange e Natal, fora do alcance dos britânicos, onde fundaram pequenas repúblicas.
Domínio britânico. Em 1867 descobriu-se ouro na colônia do Cabo e pouco mais tarde na confluência dos rios Vaal e Orange. O interesse britânico pela região aumentou e os conflitos recomeçaram. Em 1880, os bôeres do Transvaal derrotaram as forças britânicas em Majuba Hill. Mas o Reino Unido cercava o país, dominando suas fronteiras através da Companhia Britânica Sul-Africana, dirigida por Cecil Rhodes. Quinhentos homens da companhia invadiram o Transvaal atravessando o rio Limpopo, mas foram derrotados. O Transvaal e o Estado Livre de Orange fizeram uma aliança e declararam guerra ao Reino Unido em outubro de 1899.
A guerra durou três anos. O império britânico, no auge de seu esplendor, sofreu humilhantes derrotas, mas no final quase meio milhão de soldados imperiais conseguiram submeter o território bôer, defendido por 65.000 homens armados. As guerrilhas só foram sufocadas com o internamento de civis bôeres em campos de concentração, onde morreram mais de 25.000 mulheres e crianças. Firmou-se a paz em Pretória a 31 de maio de 1902. A África do Sul tornava-se, finalmente, uma dependência britânica, composta por quatro colônias: Cabo, Natal, Transvaal e Estado Livre de Orange, e três protetorados internos.
O monarca inglês era representado por um governador geral, mas em assuntos internos a África do Sul gozava de plena autonomia. Em meio a negociações com o poder imperial, as quatro colônias organizaram uma Assembléia Constituinte, aprovaram o South Africa Act (Lei Sul-Africana) e em 31 de maio de 1910 se constituiu a União Sul-Africana, país independente, no quadro da Comunidade Britânica de Nações.
Domínio britânico. Em 1867 descobriu-se ouro na colônia do Cabo e pouco mais tarde na confluência dos rios Vaal e Orange. O interesse britânico pela região aumentou e os conflitos recomeçaram. Em 1880, os bôeres do Transvaal derrotaram as forças britânicas em Majuba Hill. Mas o Reino Unido cercava o país, dominando suas fronteiras através da Companhia Britânica Sul-Africana, dirigida por Cecil Rhodes. Quinhentos homens da companhia invadiram o Transvaal atravessando o rio Limpopo, mas foram derrotados. O Transvaal e o Estado Livre de Orange fizeram uma aliança e declararam guerra ao Reino Unido em outubro de 1899.
A guerra durou três anos. O império britânico, no auge de seu esplendor, sofreu humilhantes derrotas, mas no final quase meio milhão de soldados imperiais conseguiram submeter o território bôer, defendido por 65.000 homens armados. As guerrilhas só foram sufocadas com o internamento de civis bôeres em campos de concentração, onde morreram mais de 25.000 mulheres e crianças. Firmou-se a paz em Pretória a 31 de maio de 1902. A África do Sul tornava-se, finalmente, uma dependência britânica, composta por quatro colônias: Cabo, Natal, Transvaal e Estado Livre de Orange, e três protetorados internos.
O monarca inglês era representado por um governador geral, mas em assuntos internos a África do Sul gozava de plena autonomia. Em meio a negociações com o poder imperial, as quatro colônias organizaram uma Assembléia Constituinte, aprovaram o South Africa Act (Lei Sul-Africana) e em 31 de maio de 1910 se constituiu a União Sul-Africana, país independente, no quadro da Comunidade Britânica de Nações.
Localização da Africa do sul (jair)
País mais desenvolvido do continente negro, a República da África do Sul foi isolada pela comunidade internacional durante décadas por adotar a segregação racial. Esse regime, o apartheid, foi construído ao longo do processo que tornou o país independente. Durante as décadas em que vigorou, imprimiu em toda a vida nacional profundas marcas, ainda visíveis depois que o país empreendeu a construção de uma sociedade mais igualitária. A África do Sul está situada no extremo meridional do continente. Limita-se ao norte com Botsuana e Zimbábue, a nordeste com Moçambique e Suazilândia, a leste e ao sul com o oceano Índico, a oeste com o oceano Atlântico e a noroeste com a Namíbia.
Ocupa uma área de 1.223.201km2, dentro da qual, no sudeste, está encravado o reino de Lesoto. A sede do poder executivo é Pretória e a do poder legislativo é a Cidade do Cabo. O judiciário está baseado em Bloemfontein.
Todo o território do país é sujeito a secas. A África do Sul é também a parte do continente mais afetada pela erosão dos solos, exceto em suas áreas desérticas. Há cinco tipos de vegetação no país: floresta, no litoral oriental e meridional e nas áreas montanhosas; savana (bushveld), formada de mato espinhoso e erva no verão, na parte oriental das províncias do Cabo, Natal e Transvaal; campos (veld), nas áreas elevadas e frias; semidesértica, especialmente no Karroo, e desértica em Kalahari e Namib; e maquis, vegetação mediterrânea, no extremo sul do país.
A fauna é rica, embora a caça e a urbanização tenham provocado a extinção de numerosas espécies. Por outro lado, uma política de conservação iniciada no fim do século XIX levou à criação de parques nacionais e reservas de caça provinciais, que proporcionaram certa proteção. O mais importante é o parque nacional de Kruger, no Transvaal.
Dentre os carnívoros, destacam-se o leão, o leopardo, a hiena e o chacal. No litoral sul, aparecem eventualmente elefantes. Girafas, hipopótamos e búfalos encontram-se apenas no norte do país; veados, no nordeste; e antílopes, em todo o território sul-africano.
A maior parte dos rios possui regime temporário e percurso reduzido. Aqueles que deságuam nos oceanos são navegáveis apenas por alguns quilômetros a partir da foz. Os rios mais importantes são o Orange (2.092km), que desemboca no Atlântico, seu afluente, o Vaal (1.206km), e o Limpopo, que deságua no Índico.
Imigrantes de várias origens se encontraram no território sul-africano. Aos primeiros holandeses que colonizaram a região do Cabo, sucederam huguenotes franceses e, no século XIX, britânicos e alemães. Nas últimas décadas do século XX, vieram para a África do Sul portugueses e italianos, engrossando a corrente tradicional de imigrantes britânicos
Ocupa uma área de 1.223.201km2, dentro da qual, no sudeste, está encravado o reino de Lesoto. A sede do poder executivo é Pretória e a do poder legislativo é a Cidade do Cabo. O judiciário está baseado em Bloemfontein.
O país tem aproximadamente dois mil quilômetros de costa, sendo dois terços no oceano Índico e o restante no Atlântico. Do litoral para o interior, sucedem-se uma estreita faixa formada por terras baixas, uma escarpa que atinge 1.600m de altitude e finalmente um planalto central. A escarpa é mais acentuada na parte oriental, perto do oceano Índico. Ali se eleva a cordilheira de Drakensberg, onde se localiza o ponto culminante do país, o pico Thahana Ntlenyana, com 3.482m. A região interior é de chapadas a pique, alternadas com longos espigões, que lembram a estrutura do sul do Brasil. O planalto domina o relevo do país, que tem quarenta por cento do seu território acima de 1.200m de altitude.
Nas plataformas costeiras, o clima varia devido à corrente marítima fria de Benguela, e à de Moçambique, quente. Em seu conjunto, o país tem um clima temperado, exceto no extremo norte, de características tropicais. A temperatura média é de 16ºC na Cidade do Cabo, 19ºC em Pretória e 20ºC em Durban. As geadas são freqüentes no inverno e a estação chuvosa vai de outubro a abril. As chuvas são mais intensas na costa leste e ao longo da cadeia de Drakensberg.Todo o território do país é sujeito a secas. A África do Sul é também a parte do continente mais afetada pela erosão dos solos, exceto em suas áreas desérticas. Há cinco tipos de vegetação no país: floresta, no litoral oriental e meridional e nas áreas montanhosas; savana (bushveld), formada de mato espinhoso e erva no verão, na parte oriental das províncias do Cabo, Natal e Transvaal; campos (veld), nas áreas elevadas e frias; semidesértica, especialmente no Karroo, e desértica em Kalahari e Namib; e maquis, vegetação mediterrânea, no extremo sul do país.
A fauna é rica, embora a caça e a urbanização tenham provocado a extinção de numerosas espécies. Por outro lado, uma política de conservação iniciada no fim do século XIX levou à criação de parques nacionais e reservas de caça provinciais, que proporcionaram certa proteção. O mais importante é o parque nacional de Kruger, no Transvaal.
Dentre os carnívoros, destacam-se o leão, o leopardo, a hiena e o chacal. No litoral sul, aparecem eventualmente elefantes. Girafas, hipopótamos e búfalos encontram-se apenas no norte do país; veados, no nordeste; e antílopes, em todo o território sul-africano.
A maior parte dos rios possui regime temporário e percurso reduzido. Aqueles que deságuam nos oceanos são navegáveis apenas por alguns quilômetros a partir da foz. Os rios mais importantes são o Orange (2.092km), que desemboca no Atlântico, seu afluente, o Vaal (1.206km), e o Limpopo, que deságua no Índico.
Imigrantes de várias origens se encontraram no território sul-africano. Aos primeiros holandeses que colonizaram a região do Cabo, sucederam huguenotes franceses e, no século XIX, britânicos e alemães. Nas últimas décadas do século XX, vieram para a África do Sul portugueses e italianos, engrossando a corrente tradicional de imigrantes britânicos
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