A Diversidade Cultural é algo associado a dinâmica do processo associativo. Pessoas que por alguma razões decidem pautar suas vidas por normas pré-estabelecidas tendem a esquecer suas próprias idiossincrasias. Em outras palavras, o todo vigente se impõe ás necessidades individuais. O denominador “status quo” deflagra natural e espontaneamente, e como diria Hegel, num processo dialético, a adequação significa do ser ao meio.
Se observarmos o mundo como uma totalidade, vamos perceber juntamente com um pacifismo moderado, por assim dizer, um perigoso caldo de cultura intervencionista de natureza colonizadora. O antigo pacto colonial tem hoje raízes mais ideológicas do que propriamente bélicas. Ambas as tendências, não obstante, possuem legitimação, o que se coaduna perfeitamente com a questão da diversidade.
Este blog foi organizado para a conscientização das pessoas contra a Copa da Africa e o preconceito contra os negros.
terça-feira, 13 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
As doenças relacionadas à "AIDS" (jair)
As doenças relacionadas à aids figuraram entre as principais causas de morte do território sul-africano em 2005, quando o país registrou um aumento de 3,3% no seu índice de mortalidade, disse hoje o órgão oficial de estatísticas da África do Sul. Os dados sobre as taxas de mortalidade divulgados pela agência Estatísticas África do Sul mostraram que a tuberculose, a gripe e a pneumonia eram os maiores responsáveis por mortes de sul-africanos em 2005.
Especialistas sugeriram que essas doenças estavam ligadas à pandemia de aids que atinge o país. "Não há nenhuma grande surpresa no relatório. Está muito claro que a causa por trás dessas mortes é o HIV (vírus da aids)," afirmou François Venter, chefe da Sociedade de Médicos para o HIV na África do Sul. "O preocupante é que o número de mortes continua a aumentar."
A África do Sul possui uma das maiores taxas mundiais de contaminação pelo HIV - 12% dos 47 milhões de moradores do país teriam sido contaminados por essa doença mortal. Pesquisadores afirmam que a cada dia, em média, mil pessoas morrem na África do Sul devido à aids e que 1,5 mil novos casos da doença são registrados.
Segundo o órgão oficial de estatísticas, a tuberculose - doença comumente associada ao HIV - respondeu por 12,5% das 590 mil mortes registradas no país em 2005. No ano anterior, essa cifra havia sido de 12,3%. A gripe e a pneumonia, que, algumas vezes, também aparecem ligadas ao HIV, foram responsáveis por um total de 7,7% das mortes, uma queda em relação à cifra de 8% verificada em 2004.
O HIV em si foi responsabilizado por 2,5% das mortes ocorridas durante o ano de 2005 (em 2004, havia sido responsabilizado por 2,3% das mortes). O número total de mortes aumentou 3,3%. "Em termos percentuais, trata-se de um aumento significativo, especialmente se levarmos em conta que, durante esse período, o aumento no número de mortes foi maior do que o aumento da população, de cerca de apenas 1%", afirmou Kefiloe Masiteng, que trabalha no órgão de estatísticas.
Especialistas sugeriram que essas doenças estavam ligadas à pandemia de aids que atinge o país. "Não há nenhuma grande surpresa no relatório. Está muito claro que a causa por trás dessas mortes é o HIV (vírus da aids)," afirmou François Venter, chefe da Sociedade de Médicos para o HIV na África do Sul. "O preocupante é que o número de mortes continua a aumentar."
A África do Sul possui uma das maiores taxas mundiais de contaminação pelo HIV - 12% dos 47 milhões de moradores do país teriam sido contaminados por essa doença mortal. Pesquisadores afirmam que a cada dia, em média, mil pessoas morrem na África do Sul devido à aids e que 1,5 mil novos casos da doença são registrados.
Segundo o órgão oficial de estatísticas, a tuberculose - doença comumente associada ao HIV - respondeu por 12,5% das 590 mil mortes registradas no país em 2005. No ano anterior, essa cifra havia sido de 12,3%. A gripe e a pneumonia, que, algumas vezes, também aparecem ligadas ao HIV, foram responsáveis por um total de 7,7% das mortes, uma queda em relação à cifra de 8% verificada em 2004.
O HIV em si foi responsabilizado por 2,5% das mortes ocorridas durante o ano de 2005 (em 2004, havia sido responsabilizado por 2,3% das mortes). O número total de mortes aumentou 3,3%. "Em termos percentuais, trata-se de um aumento significativo, especialmente se levarmos em conta que, durante esse período, o aumento no número de mortes foi maior do que o aumento da população, de cerca de apenas 1%", afirmou Kefiloe Masiteng, que trabalha no órgão de estatísticas.
Educação do homem no campo. (Josilene, lais caroline )
Denominar a Educação do campo como um processo é uma maneira de destacar a recente introdução da categoria educacional e, também, sua própria dinâmica de consolidação, que se faz em movimento e por movimentos. A temática aqui exposta abrangerá três dimensões fundamentais: o próprio conceito de Educação do Campo, sua gênese e sua abrangência, a relação existente entre essa categoria e outras categorias sociais, no caso, o campo e seus sujeitos e considerações acerca da materialização da Educação do Campo como ocupação. Indicar como recente a Educação do campo, é de saída, delimitar as diferenças entre esta e a educação rural, o processo de escolarização existente na zona rural brasileira. Pode-se caracterizar educação do campo como um movimento, constituído pelos sujeitos sociais que integram as realidades camponesas, e que, almeja vincular o processo de vida no campo com os pressupostos educacionais, aliando assim escola e vida, os pressupostos da cotidianidade rural e os processos educativos formais. A diferenciação dessa proposta reside na sua construção, que é idealizada, operacionalizada pelos sujeitos do campo. A proposta da Educação do Campo, não é meramente pedagógica, ao buscar relacionar escola e vida, também se almeja a veiculação de uma determinada concepção de campo, na qual esse seja um lugar de vida. Essa compreensão de distingue da concepção de campo hegemônico, na qual o campo é apenas um espaço de produção, na qual não os meios para socialização, cultura, educação para os moradores da zona rural, não estão inseridos. Assim, compreender o processo de Educação do Campo, e não no campo, é também constituir esse com um espaço de existência, com todos os elementos disponíveis em outros espaços, como as cidades. Ao evidenciar tais características e perspectivas, cumpre assinalar que a Educação do Campo não encontra-se somente em torno de aspirações. As práticas construídas coletivamente, já ganham espaços consideráveis na realidade escolar brasileira. Como sua essência conflita com interesses socialmente estabelecidos para a educação, os avanços da educação do campo configuram-se como ocupações no embate político e ideológico. Propor uma escola do e no campo, opondo-se ao processo de racionalização das escolas rurais, e reverter esse quadro com a expansão da referida rede, só se vez com a ocupação dos espaços pelos sujeitos neles inseridos. Outros indícios da referida ocupação podem ser evidenciados pelos elementos curriculares, preencher, ou melhor, ocupar disciplinas, atividades escolares com conteúdos relacionados à realidade camponesa é ume exemplo dessa prática. Pode-se citar ainda o caráter metodológico, como a organização curricular por temas geradores, calendários específicos, e a pedagogia da alternância, são instrumentos que apontam para a ocupação consistente dos sujeitos sociais na escola que a eles pertence. A relação entre essas três dimensões, que em síntese é a conquista dos espaços sociais pelos sujeitos que os constitui, permeada por um projeto societal contra-hegemônico é um dos elementos que caracteriza a Educação do Campo e denota seu diferencial em relação às práticas educativas hegemônicas
As guerras napoleônicas na Africa .(jair)
Nas guerras napoleônicas, quando -- os Países Baixos se converteram em estado satélite da França, as tropas inglesas, para impedir que a colônia do Cabo caísse em mãos inimigas, tomaram a cidade, que se incorporou ao império britânico em 1814. As autoridades coloniais atraíram cidadãos ingleses para lá e tentaram britanizar os africânderes, ou bôeres. Com a abolição da escravatura, seis mil bôeres do Cabo embarcaram em suas carroças e empreenderam a "longa marcha" para o nordeste com suas famílias e escravos negros. Estabeleceram-se nas regiões do Transvaal, Orange e Natal, fora do alcance dos britânicos, onde fundaram pequenas repúblicas.
Domínio britânico. Em 1867 descobriu-se ouro na colônia do Cabo e pouco mais tarde na confluência dos rios Vaal e Orange. O interesse britânico pela região aumentou e os conflitos recomeçaram. Em 1880, os bôeres do Transvaal derrotaram as forças britânicas em Majuba Hill. Mas o Reino Unido cercava o país, dominando suas fronteiras através da Companhia Britânica Sul-Africana, dirigida por Cecil Rhodes. Quinhentos homens da companhia invadiram o Transvaal atravessando o rio Limpopo, mas foram derrotados. O Transvaal e o Estado Livre de Orange fizeram uma aliança e declararam guerra ao Reino Unido em outubro de 1899.
A guerra durou três anos. O império britânico, no auge de seu esplendor, sofreu humilhantes derrotas, mas no final quase meio milhão de soldados imperiais conseguiram submeter o território bôer, defendido por 65.000 homens armados. As guerrilhas só foram sufocadas com o internamento de civis bôeres em campos de concentração, onde morreram mais de 25.000 mulheres e crianças. Firmou-se a paz em Pretória a 31 de maio de 1902. A África do Sul tornava-se, finalmente, uma dependência britânica, composta por quatro colônias: Cabo, Natal, Transvaal e Estado Livre de Orange, e três protetorados internos.
O monarca inglês era representado por um governador geral, mas em assuntos internos a África do Sul gozava de plena autonomia. Em meio a negociações com o poder imperial, as quatro colônias organizaram uma Assembléia Constituinte, aprovaram o South Africa Act (Lei Sul-Africana) e em 31 de maio de 1910 se constituiu a União Sul-Africana, país independente, no quadro da Comunidade Britânica de Nações.
Domínio britânico. Em 1867 descobriu-se ouro na colônia do Cabo e pouco mais tarde na confluência dos rios Vaal e Orange. O interesse britânico pela região aumentou e os conflitos recomeçaram. Em 1880, os bôeres do Transvaal derrotaram as forças britânicas em Majuba Hill. Mas o Reino Unido cercava o país, dominando suas fronteiras através da Companhia Britânica Sul-Africana, dirigida por Cecil Rhodes. Quinhentos homens da companhia invadiram o Transvaal atravessando o rio Limpopo, mas foram derrotados. O Transvaal e o Estado Livre de Orange fizeram uma aliança e declararam guerra ao Reino Unido em outubro de 1899.
A guerra durou três anos. O império britânico, no auge de seu esplendor, sofreu humilhantes derrotas, mas no final quase meio milhão de soldados imperiais conseguiram submeter o território bôer, defendido por 65.000 homens armados. As guerrilhas só foram sufocadas com o internamento de civis bôeres em campos de concentração, onde morreram mais de 25.000 mulheres e crianças. Firmou-se a paz em Pretória a 31 de maio de 1902. A África do Sul tornava-se, finalmente, uma dependência britânica, composta por quatro colônias: Cabo, Natal, Transvaal e Estado Livre de Orange, e três protetorados internos.
O monarca inglês era representado por um governador geral, mas em assuntos internos a África do Sul gozava de plena autonomia. Em meio a negociações com o poder imperial, as quatro colônias organizaram uma Assembléia Constituinte, aprovaram o South Africa Act (Lei Sul-Africana) e em 31 de maio de 1910 se constituiu a União Sul-Africana, país independente, no quadro da Comunidade Britânica de Nações.
Localização da Africa do sul (jair)
País mais desenvolvido do continente negro, a República da África do Sul foi isolada pela comunidade internacional durante décadas por adotar a segregação racial. Esse regime, o apartheid, foi construído ao longo do processo que tornou o país independente. Durante as décadas em que vigorou, imprimiu em toda a vida nacional profundas marcas, ainda visíveis depois que o país empreendeu a construção de uma sociedade mais igualitária. A África do Sul está situada no extremo meridional do continente. Limita-se ao norte com Botsuana e Zimbábue, a nordeste com Moçambique e Suazilândia, a leste e ao sul com o oceano Índico, a oeste com o oceano Atlântico e a noroeste com a Namíbia.
Ocupa uma área de 1.223.201km2, dentro da qual, no sudeste, está encravado o reino de Lesoto. A sede do poder executivo é Pretória e a do poder legislativo é a Cidade do Cabo. O judiciário está baseado em Bloemfontein.
Todo o território do país é sujeito a secas. A África do Sul é também a parte do continente mais afetada pela erosão dos solos, exceto em suas áreas desérticas. Há cinco tipos de vegetação no país: floresta, no litoral oriental e meridional e nas áreas montanhosas; savana (bushveld), formada de mato espinhoso e erva no verão, na parte oriental das províncias do Cabo, Natal e Transvaal; campos (veld), nas áreas elevadas e frias; semidesértica, especialmente no Karroo, e desértica em Kalahari e Namib; e maquis, vegetação mediterrânea, no extremo sul do país.
A fauna é rica, embora a caça e a urbanização tenham provocado a extinção de numerosas espécies. Por outro lado, uma política de conservação iniciada no fim do século XIX levou à criação de parques nacionais e reservas de caça provinciais, que proporcionaram certa proteção. O mais importante é o parque nacional de Kruger, no Transvaal.
Dentre os carnívoros, destacam-se o leão, o leopardo, a hiena e o chacal. No litoral sul, aparecem eventualmente elefantes. Girafas, hipopótamos e búfalos encontram-se apenas no norte do país; veados, no nordeste; e antílopes, em todo o território sul-africano.
A maior parte dos rios possui regime temporário e percurso reduzido. Aqueles que deságuam nos oceanos são navegáveis apenas por alguns quilômetros a partir da foz. Os rios mais importantes são o Orange (2.092km), que desemboca no Atlântico, seu afluente, o Vaal (1.206km), e o Limpopo, que deságua no Índico.
Imigrantes de várias origens se encontraram no território sul-africano. Aos primeiros holandeses que colonizaram a região do Cabo, sucederam huguenotes franceses e, no século XIX, britânicos e alemães. Nas últimas décadas do século XX, vieram para a África do Sul portugueses e italianos, engrossando a corrente tradicional de imigrantes britânicos
Ocupa uma área de 1.223.201km2, dentro da qual, no sudeste, está encravado o reino de Lesoto. A sede do poder executivo é Pretória e a do poder legislativo é a Cidade do Cabo. O judiciário está baseado em Bloemfontein.
O país tem aproximadamente dois mil quilômetros de costa, sendo dois terços no oceano Índico e o restante no Atlântico. Do litoral para o interior, sucedem-se uma estreita faixa formada por terras baixas, uma escarpa que atinge 1.600m de altitude e finalmente um planalto central. A escarpa é mais acentuada na parte oriental, perto do oceano Índico. Ali se eleva a cordilheira de Drakensberg, onde se localiza o ponto culminante do país, o pico Thahana Ntlenyana, com 3.482m. A região interior é de chapadas a pique, alternadas com longos espigões, que lembram a estrutura do sul do Brasil. O planalto domina o relevo do país, que tem quarenta por cento do seu território acima de 1.200m de altitude.
Nas plataformas costeiras, o clima varia devido à corrente marítima fria de Benguela, e à de Moçambique, quente. Em seu conjunto, o país tem um clima temperado, exceto no extremo norte, de características tropicais. A temperatura média é de 16ºC na Cidade do Cabo, 19ºC em Pretória e 20ºC em Durban. As geadas são freqüentes no inverno e a estação chuvosa vai de outubro a abril. As chuvas são mais intensas na costa leste e ao longo da cadeia de Drakensberg.Todo o território do país é sujeito a secas. A África do Sul é também a parte do continente mais afetada pela erosão dos solos, exceto em suas áreas desérticas. Há cinco tipos de vegetação no país: floresta, no litoral oriental e meridional e nas áreas montanhosas; savana (bushveld), formada de mato espinhoso e erva no verão, na parte oriental das províncias do Cabo, Natal e Transvaal; campos (veld), nas áreas elevadas e frias; semidesértica, especialmente no Karroo, e desértica em Kalahari e Namib; e maquis, vegetação mediterrânea, no extremo sul do país.
A fauna é rica, embora a caça e a urbanização tenham provocado a extinção de numerosas espécies. Por outro lado, uma política de conservação iniciada no fim do século XIX levou à criação de parques nacionais e reservas de caça provinciais, que proporcionaram certa proteção. O mais importante é o parque nacional de Kruger, no Transvaal.
Dentre os carnívoros, destacam-se o leão, o leopardo, a hiena e o chacal. No litoral sul, aparecem eventualmente elefantes. Girafas, hipopótamos e búfalos encontram-se apenas no norte do país; veados, no nordeste; e antílopes, em todo o território sul-africano.
A maior parte dos rios possui regime temporário e percurso reduzido. Aqueles que deságuam nos oceanos são navegáveis apenas por alguns quilômetros a partir da foz. Os rios mais importantes são o Orange (2.092km), que desemboca no Atlântico, seu afluente, o Vaal (1.206km), e o Limpopo, que deságua no Índico.
Imigrantes de várias origens se encontraram no território sul-africano. Aos primeiros holandeses que colonizaram a região do Cabo, sucederam huguenotes franceses e, no século XIX, britânicos e alemães. Nas últimas décadas do século XX, vieram para a África do Sul portugueses e italianos, engrossando a corrente tradicional de imigrantes britânicos
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Situação atual da República da África do Sul ( Celso )
A áfrica do Sul é atualmente, um dos poucos países da África que não se encontra entre conflitos tribais como é o caso de Ruanda e Etiópia. Porém este país é assolado por uma grande pobreza e grande miséria que nele se instalou.
A África do Sul está localizada no extremo sul do continente africano, com uma área igual a 472.359 milhas ou 1.219.090 km². A população sul-africana corresponde aproximadamente (segundo o último censo realizado em 2001) a 44,8 milhões de habitantes e devido a sua grande diversidade étnica, a África do Sul é conhecida como a “nação arco-íris”, sendo esta composta por:
·Brancos (comunidade européia formada principalmente por ingleses e holandeses): 5,4 milhões ou 12% da população;
A África do Sul é o maior participante comercial dentre os países do continente africano, pois está localizado em um ponto estratégico no continente, o país está exatamente na passagem que liga o oceano Atlântico ao Índico que permite a realização de comércio marítimo entre o ocidente e o oriente. Sua exportação está voltada para a área agrícola (representando 6,1% de todo o seu PIB), principalmente para a produção de milho, açúcar frutas e vegetais, porém ela se baseia em um sistema periódico que faz com que a quantidade da sua produção varie periodicamente devido ao período das secas existentes na África todo o ano. A maior parte das importações concentra-se na compra de produtos têxteis, peças de carros e máquinas para o plantio de seus alimentos, porém o país ainda convive com o problema da fome, pelo fato de as políticas governamentais darem mais ênfase à exportação do que a necessidade de suprir o mercado interno, o que conseqüentemente acarreta uma má distribuição de alimentos a população, gerando desta forma a fome no país. O país possui 4 regiões portuárias: Cabo de boa esperança (Cidade do Cabo), Porto Elizabeth, Leste de Londres e o porto de Durban.
Quanto às áreas de crescimento no país, destaca-se a produção de softwares que gera aproximadamente U$ 500 milhões por ano e estima–se que haja um crescimento anual de 16% desse valor a cada ano e destaca-se também a assistência médica que contribui com U$250 milhões para o PIB sul-africano, a estimativa é de que este setor cresça 5% a cada ano.
A África do Sul está localizada no extremo sul do continente africano, com uma área igual a 472.359 milhas ou 1.219.090 km². A população sul-africana corresponde aproximadamente (segundo o último censo realizado em 2001) a 44,8 milhões de habitantes e devido a sua grande diversidade étnica, a África do Sul é conhecida como a “nação arco-íris”, sendo esta composta por:
·Brancos (comunidade européia formada principalmente por ingleses e holandeses): 5,4 milhões ou 12% da população; ·Mestiços: 3,8 milhões ou 8,5% da população;
·Asiáticos (chineses, indianos): 1,2 milhões ou 2,5% da população;
·Negros (grupos étnicos: Zulu, Satho, Tswana, Xhosa, Tsonga, Swai, Venda, Nodele): 34,4 milhões ou 77% da população;
Atualmente o mapa político da África do Sul está dividido em nove províncias, as quais possuem suas próprias legislaturas, primeiros-ministros e ministros próprios, as províncias são: Eastern Cape (Cabo Leste), Free State (Estado Livre), Gauteng, Kwazulu-Natal, Limpopo, Mpumalanga, Northern Cape (Cabo Norte), North West (Noroeste) e Western Cape (Cabo Oeste). A África do Sul possui três capitais representadas pelos poderes Legislativo (Cidade do Cabo), Executivo (Pretória) e Judiciário (Bloemfontein), este sistema de distribuição dos três poderes em diferentes capitais é decorrente de uma lei criada em 1992 quando ainda se discutia como seria o futuro da democracia no país após o fim do Apharteid.
O poder legislativo no país é representado pelo parlamento, composto pela Assembléia Nacional formada por 400 membros - onde 200 candidatos são eleitos pelo voto nacional e outros 200 são eleitos pelo voto provincial - e pelo Conselho Nacional das Províncias que tem por objetivo satisfazer os desejos das províncias - este órgão é composto por 90 membros, sendo 54 deles membros permanentes.
A África do Sul é o maior participante comercial dentre os países do continente africano, pois está localizado em um ponto estratégico no continente, o país está exatamente na passagem que liga o oceano Atlântico ao Índico que permite a realização de comércio marítimo entre o ocidente e o oriente. Sua exportação está voltada para a área agrícola (representando 6,1% de todo o seu PIB), principalmente para a produção de milho, açúcar frutas e vegetais, porém ela se baseia em um sistema periódico que faz com que a quantidade da sua produção varie periodicamente devido ao período das secas existentes na África todo o ano. A maior parte das importações concentra-se na compra de produtos têxteis, peças de carros e máquinas para o plantio de seus alimentos, porém o país ainda convive com o problema da fome, pelo fato de as políticas governamentais darem mais ênfase à exportação do que a necessidade de suprir o mercado interno, o que conseqüentemente acarreta uma má distribuição de alimentos a população, gerando desta forma a fome no país. O país possui 4 regiões portuárias: Cabo de boa esperança (Cidade do Cabo), Porto Elizabeth, Leste de Londres e o porto de Durban.Vale ressaltar que a África do Sul retém a maior reserva de minerais do planeta (88% do grupo de metais da platina, 83% de manganês, 72% de cromo, 45% de vanádio, 40% de ouro, 25% de diamantes) e investe maciçamente em sua extração, tanto é que a mineração consiste em um terço do seu PIB atualmente. O turismo na África do Sul também é extremamente importante para o país, acredita-se que ele possivelmente venha a se tornar um dos principais contribuídores para o aumento do PIB sul-africano nos próximos anos.
Segundo os dados publicados pela ONU (Organização das Nações Unidas) no ano 2000, o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) da África do Sul é de 0,695. A moeda que se utiliza no país atualmente é o Rand que equivale á aproximadamente U$0,15, ou que um dólar equivale a uma média de 6,48 rands.
Hoje, a África do Sul Comemora dez anos de liberdade de um regime racista e democraticamente aberto ao homem branco, que excluía o negro da sociedade (mesmo que este representasse a maioria da população sul-africana) a Apartheid. O regime teve fim em 1990, mas levou mais quatro anos para que se realizasse uma eleição democraticamente aberta há todo o povo sul-africano. Nelson Mandela foi o primeiro homem negro a assumir o cargo presidencial tanto na África do Sul quanto no continente africano. Junto á ele estavam os seus ministros F.W. de Klerks e Thabo Mbeki, que é o atual presidente da República da África do Sul.
Fatos reais Africa do sul (Francis Santos)
África tem uma maioria vasta de estados e de regiões pobres, e a pobreza é uma razão principal e uma conseqüência da degradação ambiental. O papel anual verifica a pesquisa pequena sobre as edições ambientais em África. No trabalho eu analisarei uma região de África, demonstrando seus problemas no ambiente. Na extremidade eu indicarei a causa da raiz destes problemas e sugerirei maneiras possíveis para fora, se houver algum.
No general um a maioria vasta dos países em África depender mais de sua base do recurso natural para necessidades económicas e sociais do que toda a outra região no mundo. Assim, dois terços de povos de África sub-Saharan vivem em áreas rurais e confiam na agricultura e em outros recursos naturais para a renda. Os estados Sub-Saharan de África são direitos os países, onde os problemas ambientais são primeiros na agenda. Os problemas ambientais têm esperado já uma estadia longa para sua volta. Entre eles há ar e a poluição da água, uso inefficient de recursos naturais, óleo derrama e assim por diante. Os problemas ambientais de África sub-Saharan incluem também a poluição do ar e da água, o deforestation, a perda do solo e da fertilidade de solo, e um declínio dramático no biodiversity durante todo a região. os parágrafos do ninho enfrentarão os problemas em mais detalhes.
É completamente compreensível que os problemas ambientais na região Secundária-Sahar são cruciais e severos. O problema compelindo em África Sub-Saharan é que tem uma das populações de crescimento as mais rápidas do mundo (aproximadamente 2.2% um ano). Com o rápido crescer da população o aumento ambiental do desafio. Pelo ano 2025 de acordo com algum estimation, a população dos povos africanos estará sobre bilhão. Isto significa que os desafios ambientais definitivamente dobrarão ou triplicarão. Alguma literatura indica que os países Secundário-Africanos controlaram executar umas políticas económicas mais eficazes, que influenciem o desenvolvimento na região no general, mas o crescimento do GDP stagnated recentemente e é óbvio que com o stagnation da economia causará a diminuição na solução dos desafios ecological.
A pobreza é também o fator principal que influencia o desenvolvimento das edições ambientais. E existe também na região Secundária-Sahar, apesar da região não são esses os pobres na comparação com outras regiões em África e apesar dos recursos naturais da riqueza. No general os problemas em secundário-Sahar e em África na terra comum foram dirigidos durante o Summit do mundo no desenvolvimento sustainable (WSSD) que era ajuda em África do Sul em agosto 2002. Bàsicamente, o material do summit indica problemas ambientais e desafios principais. As edições chaves que dominam problemas ambientais africanos foram dirigidas durante o summit. Incluem:
1. Poluição e sanitation da água. Primeiramente de toda a água a poluição é causada por portos do navio da transmissão n do óleo, gerência pobre dos recursos de água, falta dos recursos financeiros requeridos para o desenvolvimento sustainable e utilização eficiente dos recursos, ausência de plantas eficazes regionais e da bacia de desenvolvimento e da gerência compartilhada, e under-estimation do potencial do groundwater suplementar fontes da irrigação e de água bebendo. Assim, os problemas freshwater de África são agudos e worsening. A falta Freshwater é os dois limites os mais grandes ao desenvolvimento em África;
2. Energia. O consumo de energia em África sub-Saharan varia dramàtica e domina o consumo de combustível. De acordo com relatórios o uso da madeira para o combustível é predominant em posições rurais e urbanas e esclarece aproximadamente 70% do uso total da energia. Esta causa um outro deforestation do problema. Na região de Secundário-Sahara Nigéria conduz consistentemente ao consumo de energia comercial. Assim, de acordo com dados em 2001, Nigéria consumiu 0.92 quadrillion BTU (quads), 32% de toda a energia consumida na região. Embora a demanda doméstica para o consumo de energia em África sub-Saharan esteja crescendo ràpidamente, os níveis de consumo remanescem bem abaixo das médias do mundo. Eu gostaria de mencionar mas poucas palavras sobre o deforestation. África é home a uma das florestas de chuva as maiores do mundo. É óbvio que as florestas de chuva são pulmões da terra e de sua poluição de ar da causa da redução. Protegem e estabilizam solos, recycle nutrientes e regulam a qualidade e o fluxo da água. O Deforestation é um de pressionar problemas ambientais não somente em África mas em outras partes do mundo e tem implicações negativas para o ambiente local e global. As florestas cobrem aproximadamente 22 por cento da região, mas estão desaparecendo mais rapidamente do que seja là onde for no mundo tornando-se. Durante os 1980s África perdeu 10.5 por cento de suas florestas. Assim, as florestas africanas são shrinking em conseqüência do deforestation.
No general um a maioria vasta dos países em África depender mais de sua base do recurso natural para necessidades económicas e sociais do que toda a outra região no mundo. Assim, dois terços de povos de África sub-Saharan vivem em áreas rurais e confiam na agricultura e em outros recursos naturais para a renda. Os estados Sub-Saharan de África são direitos os países, onde os problemas ambientais são primeiros na agenda. Os problemas ambientais têm esperado já uma estadia longa para sua volta. Entre eles há ar e a poluição da água, uso inefficient de recursos naturais, óleo derrama e assim por diante. Os problemas ambientais de África sub-Saharan incluem também a poluição do ar e da água, o deforestation, a perda do solo e da fertilidade de solo, e um declínio dramático no biodiversity durante todo a região. os parágrafos do ninho enfrentarão os problemas em mais detalhes.
É completamente compreensível que os problemas ambientais na região Secundária-Sahar são cruciais e severos. O problema compelindo em África Sub-Saharan é que tem uma das populações de crescimento as mais rápidas do mundo (aproximadamente 2.2% um ano). Com o rápido crescer da população o aumento ambiental do desafio. Pelo ano 2025 de acordo com algum estimation, a população dos povos africanos estará sobre bilhão. Isto significa que os desafios ambientais definitivamente dobrarão ou triplicarão. Alguma literatura indica que os países Secundário-Africanos controlaram executar umas políticas económicas mais eficazes, que influenciem o desenvolvimento na região no general, mas o crescimento do GDP stagnated recentemente e é óbvio que com o stagnation da economia causará a diminuição na solução dos desafios ecological.
A pobreza é também o fator principal que influencia o desenvolvimento das edições ambientais. E existe também na região Secundária-Sahar, apesar da região não são esses os pobres na comparação com outras regiões em África e apesar dos recursos naturais da riqueza. No general os problemas em secundário-Sahar e em África na terra comum foram dirigidos durante o Summit do mundo no desenvolvimento sustainable (WSSD) que era ajuda em África do Sul em agosto 2002. Bàsicamente, o material do summit indica problemas ambientais e desafios principais. As edições chaves que dominam problemas ambientais africanos foram dirigidas durante o summit. Incluem:
1. Poluição e sanitation da água. Primeiramente de toda a água a poluição é causada por portos do navio da transmissão n do óleo, gerência pobre dos recursos de água, falta dos recursos financeiros requeridos para o desenvolvimento sustainable e utilização eficiente dos recursos, ausência de plantas eficazes regionais e da bacia de desenvolvimento e da gerência compartilhada, e under-estimation do potencial do groundwater suplementar fontes da irrigação e de água bebendo. Assim, os problemas freshwater de África são agudos e worsening. A falta Freshwater é os dois limites os mais grandes ao desenvolvimento em África;
2. Energia. O consumo de energia em África sub-Saharan varia dramàtica e domina o consumo de combustível. De acordo com relatórios o uso da madeira para o combustível é predominant em posições rurais e urbanas e esclarece aproximadamente 70% do uso total da energia. Esta causa um outro deforestation do problema. Na região de Secundário-Sahara Nigéria conduz consistentemente ao consumo de energia comercial. Assim, de acordo com dados em 2001, Nigéria consumiu 0.92 quadrillion BTU (quads), 32% de toda a energia consumida na região. Embora a demanda doméstica para o consumo de energia em África sub-Saharan esteja crescendo ràpidamente, os níveis de consumo remanescem bem abaixo das médias do mundo. Eu gostaria de mencionar mas poucas palavras sobre o deforestation. África é home a uma das florestas de chuva as maiores do mundo. É óbvio que as florestas de chuva são pulmões da terra e de sua poluição de ar da causa da redução. Protegem e estabilizam solos, recycle nutrientes e regulam a qualidade e o fluxo da água. O Deforestation é um de pressionar problemas ambientais não somente em África mas em outras partes do mundo e tem implicações negativas para o ambiente local e global. As florestas cobrem aproximadamente 22 por cento da região, mas estão desaparecendo mais rapidamente do que seja là onde for no mundo tornando-se. Durante os 1980s África perdeu 10.5 por cento de suas florestas. Assim, as florestas africanas são shrinking em conseqüência do deforestation.
Gastronomia (jair )
A África do Sul é um polo de vinícolas desde a chegada da Companhia das Índias Ocidentais no século XVI, porém a abertura do mercado só foi possível com o fim do regime do Apartheid em 1994, quando acabaram os boicotes comerciais. Atualmente a África do Sul tem vinhos reconhecidos mundialmente. A culinária exótica também faz sucesso em diversos restaurantes requintados do mundo. Crocodilos, larvas e antílopes são os pratos mais tradicionais. Cultura da Africa ( jair )
A cultura sul-africana é umas das mais complexas do mundo. Com 11 idiomais oficiais, o país é palco de diversas etnias tribais, com suas histórias e tradições distintas. Além disso, o país-sede da Copa do Mundo ainda conta com a contribuição de dois países colonizadores, a Holanada e a Inglaterra, que ajudaram a constituir a atual identidade do povo.
O período do apartheid, regime de segregação racial que afetou o país até o início da década de 1990, também converteu-se em cultura. Os resquícios das barbáries cometidas e os locais onde tudo aconteceu se tornaram patrimônio da humanidade. Na época do apartheid, as barreiras raciais eram evidentes até nos esportes, os negros jogavam futebol e os brancos críquete (desporto semelhante ao basebol), não havendo nenhuma interação entre os dois grupos. O futebol sul-africano tem como maior título nos gramados uma única edição da Copa Africana.
O período do apartheid, regime de segregação racial que afetou o país até o início da década de 1990, também converteu-se em cultura. Os resquícios das barbáries cometidas e os locais onde tudo aconteceu se tornaram patrimônio da humanidade. Na época do apartheid, as barreiras raciais eram evidentes até nos esportes, os negros jogavam futebol e os brancos críquete (desporto semelhante ao basebol), não havendo nenhuma interação entre os dois grupos. O futebol sul-africano tem como maior título nos gramados uma única edição da Copa Africana.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
À fome, à miséria, à corrupção (Tyna )
*Virados e vocacionados para o futebol, não dirão ao mundo que, segundo o Programa Alimentar Mundial (PAM) da ONU[bb], cerca de 12 milhões de pessoas poderão morrer de fome em Angola, Botswana, Lesoto, Malaui, Moçambique, Suazilândia, Zâmbia e Zimbabwe se não forem distribuídos um milhão de toneladas de cereais. E entre as declarações de Carlos Queiroz e Dunga não sobrará tempo para dizerem que não faz sentido pedir aos pobres dos países ricos para dar aos ricos dos países pobres. Que não faz sentido enviar para África toneladas de antibióticos, porque estes remédios são para tomar depois de uma coisa que milhões de africanos não têm: refeições.
*Ao olharem para as estruturas físicas da Copa do Mundo, os jornalistas vão ficar admirados com a capacidade da África do Sul. E de tal forma isso vai acontecer que vão ficar cegos quanto à realidade que está para além dos estádios de futebol e dos hotéis. Ninguém vai dizer que África[bb] está como está (poucos com muitos milhões e muitos milhões com pouco ou nada) porque os líderes africanos de uma forma geral (e nem Nelson Mandela conseguiu pôr ordem na casa) falharam depois das independências em todos os parâmetros da governação.
*Em algum lado se dirá que quando nasceram os primeiros Estados africanos independentes, nos anos 50, África estava melhor em termos económicos? Não. Aliás, essas falhas graves (corrupção e similares) não só não provocaram o desenvolvimento e a igualdade como, o que não é menos grave, aceleraram o retrocesso. A culpa não é, está bom de ver, só dos maus líderes africanos. É também do povo que aceitou ser governado por ineptos, mas, sobretudo, do mundo ocidental que sempre olhou para África com a ideia de “quanto pior… melhor”.
*Isto porque se os africanos morrem, à fome ou nas guerras, as riquezas (petróleo, diamantes etc.), essas continuam lá. Se a África do Sul, por exemplo, tem capacidade para organizar a Copa do Mundo, porque razão não consegue ter a dignidade de puxar pelo continente para tirar África da suicida dependência do Ocidente? E se todos concordam que não se justificam a fome, a ignorância e a doença que assolam África, poucos são os que se atrevem a dizer que a solução passa por banir dos governos os políticos corruptos que, ao contrário das teses de Nelson Mandela, não vivem para servir. E se não vivem para servir, não servem certamente para viver.
Mas como é de futebol que o povo (seja ou não africano) gosta, a verdade é que o mundo vai parar para ver a Copa do Mundo. É um ópio que, também em África, fará esquecer a barriga vazia. Depois? Depois virá a ressaca e tudo regressará ao normal.
*Ao olharem para as estruturas físicas da Copa do Mundo, os jornalistas vão ficar admirados com a capacidade da África do Sul. E de tal forma isso vai acontecer que vão ficar cegos quanto à realidade que está para além dos estádios de futebol e dos hotéis. Ninguém vai dizer que África[bb] está como está (poucos com muitos milhões e muitos milhões com pouco ou nada) porque os líderes africanos de uma forma geral (e nem Nelson Mandela conseguiu pôr ordem na casa) falharam depois das independências em todos os parâmetros da governação.
*Em algum lado se dirá que quando nasceram os primeiros Estados africanos independentes, nos anos 50, África estava melhor em termos económicos? Não. Aliás, essas falhas graves (corrupção e similares) não só não provocaram o desenvolvimento e a igualdade como, o que não é menos grave, aceleraram o retrocesso. A culpa não é, está bom de ver, só dos maus líderes africanos. É também do povo que aceitou ser governado por ineptos, mas, sobretudo, do mundo ocidental que sempre olhou para África com a ideia de “quanto pior… melhor”.
*Isto porque se os africanos morrem, à fome ou nas guerras, as riquezas (petróleo, diamantes etc.), essas continuam lá. Se a África do Sul, por exemplo, tem capacidade para organizar a Copa do Mundo, porque razão não consegue ter a dignidade de puxar pelo continente para tirar África da suicida dependência do Ocidente? E se todos concordam que não se justificam a fome, a ignorância e a doença que assolam África, poucos são os que se atrevem a dizer que a solução passa por banir dos governos os políticos corruptos que, ao contrário das teses de Nelson Mandela, não vivem para servir. E se não vivem para servir, não servem certamente para viver.
Mas como é de futebol que o povo (seja ou não africano) gosta, a verdade é que o mundo vai parar para ver a Copa do Mundo. É um ópio que, também em África, fará esquecer a barriga vazia. Depois? Depois virá a ressaca e tudo regressará ao normal.
Educação do homem do campo "africa do sul" ( jessica e edilani )
Professores e educadores de 147 municípios baianos se reúnem em África , de 17 a 21 de maio, para participar da formação do Programa Escola Ativa, voltado para melhorar o desempenho escolar dos estudantes da homem do campo. O programa já atende 183 mil estudantes de 19.172 classes multisseriadas, que agregam alunos de diferentes idades, em 328 municípios.
O evento acontece no Hotel new áfrica e vai proporcionar as discussões sobre alfabetização e letramento. Para a professora Magnólia dos Santos, formadora do Escola Ativa, “a formação é importante para discutir, de forma mais crítica, as práticas educacionais realizadas nas escolas multisseriadas, para a melhoria do desempenho dos alunos que estão entre a 1ª e a 4ª séries do ensino fundamental”.
A proposta do Escola Ativa é reconhecer e valorizar todas as formas de organização social, por meio de uma metodologia de ensino específica para estudantes. “Nosso objetivo é criar condições para o estudante conhecer o contexto em que vive e não ter que se deslocar para a cidade a fim de estudar”, explica Lindomar Araújo, coordenador estadual da Educação no Campo da Secretaria da Educação do Estado da Bahia. Esta metodologia é baseada no levantamento de problemas da realidade local, relacionando-os aos conhecimentos teóricos para, assim, buscar soluções para as dificuldades enfrentadas no campo.
Escola Ativa é um programa do governo federal, desenvolvido em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Educação e, de acordo com Lindomar Araújo, “é um dos instrumentos de construção do sistema público estadual de Educação no Campo”.
“Há escolas com poucos alunos que não devem ser fechadas, porque elas são um dos últimos elementos que fazem com que a comunidade resista e permaneça na localidade”, exemplifica o coordenador, ao lembrar que o número de matrículas de alunos para abertura e manutenção de escolas segue o mesmo critério que o aplicado nas cidades.
A implantação obedece a orientações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação. “Ela define que os sistemas de ensino observem e compreendam as dinâmicas próprias das comunidades rurais e que as escolas públicas possam se articular a realidade, sujeitos, saberes, tempos e espaços das comunidades”, comentaram Wagner Roberto do Amaral, chefe do Departamento da Diversidade da Secretaria.
“Estamos avaliando e discutindo como os prefeitos que é muito mais coerente e viável manter uma escola rural com uma proposta pedagógica adequada do que causar este deslocamento dos alunos, que causa inclusive índices de evasão significativos”, comentou o chefe da Diversidade ao lembrar das ações tomadas para sanar o problema. Em 2000 havia 2.725 estabelecimentos públicos municipais de educação rural. Este número diminuiu para 1.332 estabelecimentos ate 2010
O evento acontece no Hotel new áfrica e vai proporcionar as discussões sobre alfabetização e letramento. Para a professora Magnólia dos Santos, formadora do Escola Ativa, “a formação é importante para discutir, de forma mais crítica, as práticas educacionais realizadas nas escolas multisseriadas, para a melhoria do desempenho dos alunos que estão entre a 1ª e a 4ª séries do ensino fundamental”.
A proposta do Escola Ativa é reconhecer e valorizar todas as formas de organização social, por meio de uma metodologia de ensino específica para estudantes. “Nosso objetivo é criar condições para o estudante conhecer o contexto em que vive e não ter que se deslocar para a cidade a fim de estudar”, explica Lindomar Araújo, coordenador estadual da Educação no Campo da Secretaria da Educação do Estado da Bahia. Esta metodologia é baseada no levantamento de problemas da realidade local, relacionando-os aos conhecimentos teóricos para, assim, buscar soluções para as dificuldades enfrentadas no campo.
Escola Ativa é um programa do governo federal, desenvolvido em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Educação e, de acordo com Lindomar Araújo, “é um dos instrumentos de construção do sistema público estadual de Educação no Campo”.
“Há escolas com poucos alunos que não devem ser fechadas, porque elas são um dos últimos elementos que fazem com que a comunidade resista e permaneça na localidade”, exemplifica o coordenador, ao lembrar que o número de matrículas de alunos para abertura e manutenção de escolas segue o mesmo critério que o aplicado nas cidades.
A implantação obedece a orientações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação. “Ela define que os sistemas de ensino observem e compreendam as dinâmicas próprias das comunidades rurais e que as escolas públicas possam se articular a realidade, sujeitos, saberes, tempos e espaços das comunidades”, comentaram Wagner Roberto do Amaral, chefe do Departamento da Diversidade da Secretaria.
“Estamos avaliando e discutindo como os prefeitos que é muito mais coerente e viável manter uma escola rural com uma proposta pedagógica adequada do que causar este deslocamento dos alunos, que causa inclusive índices de evasão significativos”, comentou o chefe da Diversidade ao lembrar das ações tomadas para sanar o problema. Em 2000 havia 2.725 estabelecimentos públicos municipais de educação rural. Este número diminuiu para 1.332 estabelecimentos ate 2010
Racismo o que é? ( Jessica cruz )
Crença segundo a qual as capacidades humanas são determinadas pela raça ou origem étnica, muitas vezes expressa na forma de uma afirmação de superioridade de uma raça ou grupo sobre os outros.
Pode manifestar-se como descriminação, violência ou abuso verbal.
O racismo surge na cultura ocidental, ligada a certas concepções sobre a natureza humana que fundamentaram a sua descriminação, tendo em vista a sua exploração.
O racismo é um preconceito contra um “grupo racial ”, geralmente diferente daquele a que pertence o sujeito, e, como tal, é uma atitude subjetiva gerada por uma seqüência de mecanismos sociais.
Um grupo social dominante, seja em aspectos econômicos ou numéricos, sente a necessidade de se distanciar de outro grupo que, por razões históricas, possui tradições ou comportamentos diferentes. A partir daí, esse grupo dominante constrói um mito sobre o outro grupo, que pode ser relacionado à crença de superioridade ou de iniqüidade.
Nesse contexto, a falta de análise crítica a aceitação cega do mito gerado dentro do próprio grupo e a necessidade de continuar ligado ao seu próprio grupo levam à propagação do mito ao longo das gerações. O mito torna-se, a partir de então, parte do “stat quo”, fator responsável pela difusão de valores morais como o "certo" e o "errado", o "aceito" e o "não-aceito", o "bom" e o "ruim", entre outros. Esses valores são aceitos sem uma análise onto-axiológica do seu fundamento, propagando-se por influência da coerção social e se sustentando pelo pensamento conformista de que "sempre foi assim".
Finalmente, o mecanismo subliminar da aceitação permite mascarar o prejuízo em que se baseia a discriminação, fornecendo bases axiológicas para a sustentação de um algo maior, de posturas mais radicais, como as atitudes violentas e mesmo criminosas contra membros do outro grupo.
Convém ressaltar que o racismo nem sempre ocorre de forma explícita. Além disso, existem casos em que a prática do racismo é sustentada pelo aval dos objetos de preconceito na medida em que também se satiriza racialmente e/ou consente a prática racista, de uma forma geral. Muitas vezes o racismo é conseqüência de uma educação familiar racista e discriminatória.
Pode manifestar-se como descriminação, violência ou abuso verbal.
O racismo surge na cultura ocidental, ligada a certas concepções sobre a natureza humana que fundamentaram a sua descriminação, tendo em vista a sua exploração.
O racismo é um preconceito contra um “grupo racial ”, geralmente diferente daquele a que pertence o sujeito, e, como tal, é uma atitude subjetiva gerada por uma seqüência de mecanismos sociais.
Um grupo social dominante, seja em aspectos econômicos ou numéricos, sente a necessidade de se distanciar de outro grupo que, por razões históricas, possui tradições ou comportamentos diferentes. A partir daí, esse grupo dominante constrói um mito sobre o outro grupo, que pode ser relacionado à crença de superioridade ou de iniqüidade.
Nesse contexto, a falta de análise crítica a aceitação cega do mito gerado dentro do próprio grupo e a necessidade de continuar ligado ao seu próprio grupo levam à propagação do mito ao longo das gerações. O mito torna-se, a partir de então, parte do “stat quo”, fator responsável pela difusão de valores morais como o "certo" e o "errado", o "aceito" e o "não-aceito", o "bom" e o "ruim", entre outros. Esses valores são aceitos sem uma análise onto-axiológica do seu fundamento, propagando-se por influência da coerção social e se sustentando pelo pensamento conformista de que "sempre foi assim".
Finalmente, o mecanismo subliminar da aceitação permite mascarar o prejuízo em que se baseia a discriminação, fornecendo bases axiológicas para a sustentação de um algo maior, de posturas mais radicais, como as atitudes violentas e mesmo criminosas contra membros do outro grupo.
Convém ressaltar que o racismo nem sempre ocorre de forma explícita. Além disso, existem casos em que a prática do racismo é sustentada pelo aval dos objetos de preconceito na medida em que também se satiriza racialmente e/ou consente a prática racista, de uma forma geral. Muitas vezes o racismo é conseqüência de uma educação familiar racista e discriminatória.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
O turismo (jair)
A África atrai dezenas de milhares de turistas por ano que buscam aventura nos sáfaris. As trilhas, cobertas por uma flora variada, as cascatas, rios e montanhas fazem parte da paisagem do país, que por possuir esta geografia tão diversificada também atrai os amantes dos esportes radicais. A vida selvagem pode ser acompanhada pelos turistas nos vários parques e reservas naturais, o principal deles, o Kruger National Park, abriga mais de 140 espécies de mamíferos, 500 de pássaros, 100 de répteis e aproximadamente 2000 espécies de plantas.
Apesar da África do Sul ser considerada um país subdesenvolvido e rústico, um dos maiores resorts do mundo está localizado no interior sul-africano, contrastando com o restante da realidade da região. O Sun City é um verdadeiro oásis, que conta com 12 mil funcionários, quatro hotéis (são mais de cinco mil quartos), cassinos, piscinas, praia artificial com ondas e areia branca e campos de golfe. No começo de 2010, o local abrigou o congresso técnico da Copa.
Apesar da África do Sul ser considerada um país subdesenvolvido e rústico, um dos maiores resorts do mundo está localizado no interior sul-africano, contrastando com o restante da realidade da região. O Sun City é um verdadeiro oásis, que conta com 12 mil funcionários, quatro hotéis (são mais de cinco mil quartos), cassinos, piscinas, praia artificial com ondas e areia branca e campos de golfe. No começo de 2010, o local abrigou o congresso técnico da Copa.
O fim do Apartheid ...
O Apartheid chegou ao fim há 20 anos na África do Sul, mas até hoje existem inúmeras diferenças entre brancos e negros. As zonas de pobreza no país são basicamente habitadas por negros, e as favelas locais são conhecidas como “townships”.Brancos não vivem nestes lugares, nem costumam frequentar estas áreas, exceto em um ponto: no restaurante do Mzoli, localizado em Guguletho, a cerca de 15 quilômetros da Cidade do Cabo.
Este sul-africano de 57 anos, que caminha com um pouco de dificuldade, não possui um estabelecimento luxuoso (longe disso!), nem é famoso pela qualidade da carne que vende...
Africa do sul por traz da copa ( Tyna )
A África que a copa não mostra:
Na copa do mundo é tudo muito bonito e luxuoso. Estádios de futebol maravilhosos, a imprensa internacional sempre procura mostrar os pontos turísticos das cidades onde acontecem os jogos. Na copa da África do Sul 2010 não é diferente. Mas há uma realidade que não conhecemos sob à cortina de luxúria e beleza que é o futebol.
A África que a copa não mostra, a dura realidade que não vemos na tv. Fatos chocantes acontecem todos os dias na África e a sociedade mundial não faz nada a respeito.
Todos os dias centenas de crianças morrem de fome na áfrica. Todo dinheiro que foi repassado pela FIFA e também toda a receita gerada com a venda de ingressos dos jogos da copa, deveriam ser aplicados em projetos sociais, ao menos uma parte para ajudar a combater a fome e a pobreza que não só o país África do Sul enfrenta, mas também os diversos outros.
Na copa do mundo é tudo muito bonito e luxuoso. Estádios de futebol maravilhosos, a imprensa internacional sempre procura mostrar os pontos turísticos das cidades onde acontecem os jogos. Na copa da África do Sul 2010 não é diferente. Mas há uma realidade que não conhecemos sob à cortina de luxúria e beleza que é o futebol.
A África que a copa não mostra, a dura realidade que não vemos na tv. Fatos chocantes acontecem todos os dias na África e a sociedade mundial não faz nada a respeito.
Todos os dias centenas de crianças morrem de fome na áfrica. Todo dinheiro que foi repassado pela FIFA e também toda a receita gerada com a venda de ingressos dos jogos da copa, deveriam ser aplicados em projetos sociais, ao menos uma parte para ajudar a combater a fome e a pobreza que não só o país África do Sul enfrenta, mas também os diversos outros.
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