África tem uma maioria vasta de estados e de regiões pobres, e a pobreza é uma razão principal e uma conseqüência da degradação ambiental. O papel anual verifica a pesquisa pequena sobre as edições ambientais em África. No trabalho eu analisarei uma região de África, demonstrando seus problemas no ambiente. Na extremidade eu indicarei a causa da raiz destes problemas e sugerirei maneiras possíveis para fora, se houver algum.
No general um a maioria vasta dos países em África depender mais de sua base do recurso natural para necessidades económicas e sociais do que toda a outra região no mundo. Assim, dois terços de povos de África sub-Saharan vivem em áreas rurais e confiam na agricultura e em outros recursos naturais para a renda. Os estados Sub-Saharan de África são direitos os países, onde os problemas ambientais são primeiros na agenda. Os problemas ambientais têm esperado já uma estadia longa para sua volta. Entre eles há ar e a poluição da água, uso inefficient de recursos naturais, óleo derrama e assim por diante. Os problemas ambientais de África sub-Saharan incluem também a poluição do ar e da água, o deforestation, a perda do solo e da fertilidade de solo, e um declínio dramático no biodiversity durante todo a região. os parágrafos do ninho enfrentarão os problemas em mais detalhes.
É completamente compreensível que os problemas ambientais na região Secundária-Sahar são cruciais e severos. O problema compelindo em África Sub-Saharan é que tem uma das populações de crescimento as mais rápidas do mundo (aproximadamente 2.2% um ano). Com o rápido crescer da população o aumento ambiental do desafio. Pelo ano 2025 de acordo com algum estimation, a população dos povos africanos estará sobre bilhão. Isto significa que os desafios ambientais definitivamente dobrarão ou triplicarão. Alguma literatura indica que os países Secundário-Africanos controlaram executar umas políticas económicas mais eficazes, que influenciem o desenvolvimento na região no general, mas o crescimento do GDP stagnated recentemente e é óbvio que com o stagnation da economia causará a diminuição na solução dos desafios ecological.
A pobreza é também o fator principal que influencia o desenvolvimento das edições ambientais. E existe também na região Secundária-Sahar, apesar da região não são esses os pobres na comparação com outras regiões em África e apesar dos recursos naturais da riqueza. No general os problemas em secundário-Sahar e em África na terra comum foram dirigidos durante o Summit do mundo no desenvolvimento sustainable (WSSD) que era ajuda em África do Sul em agosto 2002. Bàsicamente, o material do summit indica problemas ambientais e desafios principais. As edições chaves que dominam problemas ambientais africanos foram dirigidas durante o summit. Incluem:
1. Poluição e sanitation da água. Primeiramente de toda a água a poluição é causada por portos do navio da transmissão n do óleo, gerência pobre dos recursos de água, falta dos recursos financeiros requeridos para o desenvolvimento sustainable e utilização eficiente dos recursos, ausência de plantas eficazes regionais e da bacia de desenvolvimento e da gerência compartilhada, e under-estimation do potencial do groundwater suplementar fontes da irrigação e de água bebendo. Assim, os problemas freshwater de África são agudos e worsening. A falta Freshwater é os dois limites os mais grandes ao desenvolvimento em África;
2. Energia. O consumo de energia em África sub-Saharan varia dramàtica e domina o consumo de combustível. De acordo com relatórios o uso da madeira para o combustível é predominant em posições rurais e urbanas e esclarece aproximadamente 70% do uso total da energia. Esta causa um outro deforestation do problema. Na região de Secundário-Sahara Nigéria conduz consistentemente ao consumo de energia comercial. Assim, de acordo com dados em 2001, Nigéria consumiu 0.92 quadrillion BTU (quads), 32% de toda a energia consumida na região. Embora a demanda doméstica para o consumo de energia em África sub-Saharan esteja crescendo ràpidamente, os níveis de consumo remanescem bem abaixo das médias do mundo. Eu gostaria de mencionar mas poucas palavras sobre o deforestation. África é home a uma das florestas de chuva as maiores do mundo. É óbvio que as florestas de chuva são pulmões da terra e de sua poluição de ar da causa da redução. Protegem e estabilizam solos, recycle nutrientes e regulam a qualidade e o fluxo da água. O Deforestation é um de pressionar problemas ambientais não somente em África mas em outras partes do mundo e tem implicações negativas para o ambiente local e global. As florestas cobrem aproximadamente 22 por cento da região, mas estão desaparecendo mais rapidamente do que seja là onde for no mundo tornando-se. Durante os 1980s África perdeu 10.5 por cento de suas florestas. Assim, as florestas africanas são shrinking em conseqüência do deforestation.
Este blog foi organizado para a conscientização das pessoas contra a Copa da Africa e o preconceito contra os negros.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Gastronomia (jair )
A África do Sul é um polo de vinícolas desde a chegada da Companhia das Índias Ocidentais no século XVI, porém a abertura do mercado só foi possível com o fim do regime do Apartheid em 1994, quando acabaram os boicotes comerciais. Atualmente a África do Sul tem vinhos reconhecidos mundialmente. A culinária exótica também faz sucesso em diversos restaurantes requintados do mundo. Crocodilos, larvas e antílopes são os pratos mais tradicionais. Cultura da Africa ( jair )
A cultura sul-africana é umas das mais complexas do mundo. Com 11 idiomais oficiais, o país é palco de diversas etnias tribais, com suas histórias e tradições distintas. Além disso, o país-sede da Copa do Mundo ainda conta com a contribuição de dois países colonizadores, a Holanada e a Inglaterra, que ajudaram a constituir a atual identidade do povo.
O período do apartheid, regime de segregação racial que afetou o país até o início da década de 1990, também converteu-se em cultura. Os resquícios das barbáries cometidas e os locais onde tudo aconteceu se tornaram patrimônio da humanidade. Na época do apartheid, as barreiras raciais eram evidentes até nos esportes, os negros jogavam futebol e os brancos críquete (desporto semelhante ao basebol), não havendo nenhuma interação entre os dois grupos. O futebol sul-africano tem como maior título nos gramados uma única edição da Copa Africana.
O período do apartheid, regime de segregação racial que afetou o país até o início da década de 1990, também converteu-se em cultura. Os resquícios das barbáries cometidas e os locais onde tudo aconteceu se tornaram patrimônio da humanidade. Na época do apartheid, as barreiras raciais eram evidentes até nos esportes, os negros jogavam futebol e os brancos críquete (desporto semelhante ao basebol), não havendo nenhuma interação entre os dois grupos. O futebol sul-africano tem como maior título nos gramados uma única edição da Copa Africana.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
À fome, à miséria, à corrupção (Tyna )
*Virados e vocacionados para o futebol, não dirão ao mundo que, segundo o Programa Alimentar Mundial (PAM) da ONU[bb], cerca de 12 milhões de pessoas poderão morrer de fome em Angola, Botswana, Lesoto, Malaui, Moçambique, Suazilândia, Zâmbia e Zimbabwe se não forem distribuídos um milhão de toneladas de cereais. E entre as declarações de Carlos Queiroz e Dunga não sobrará tempo para dizerem que não faz sentido pedir aos pobres dos países ricos para dar aos ricos dos países pobres. Que não faz sentido enviar para África toneladas de antibióticos, porque estes remédios são para tomar depois de uma coisa que milhões de africanos não têm: refeições.
*Ao olharem para as estruturas físicas da Copa do Mundo, os jornalistas vão ficar admirados com a capacidade da África do Sul. E de tal forma isso vai acontecer que vão ficar cegos quanto à realidade que está para além dos estádios de futebol e dos hotéis. Ninguém vai dizer que África[bb] está como está (poucos com muitos milhões e muitos milhões com pouco ou nada) porque os líderes africanos de uma forma geral (e nem Nelson Mandela conseguiu pôr ordem na casa) falharam depois das independências em todos os parâmetros da governação.
*Em algum lado se dirá que quando nasceram os primeiros Estados africanos independentes, nos anos 50, África estava melhor em termos económicos? Não. Aliás, essas falhas graves (corrupção e similares) não só não provocaram o desenvolvimento e a igualdade como, o que não é menos grave, aceleraram o retrocesso. A culpa não é, está bom de ver, só dos maus líderes africanos. É também do povo que aceitou ser governado por ineptos, mas, sobretudo, do mundo ocidental que sempre olhou para África com a ideia de “quanto pior… melhor”.
*Isto porque se os africanos morrem, à fome ou nas guerras, as riquezas (petróleo, diamantes etc.), essas continuam lá. Se a África do Sul, por exemplo, tem capacidade para organizar a Copa do Mundo, porque razão não consegue ter a dignidade de puxar pelo continente para tirar África da suicida dependência do Ocidente? E se todos concordam que não se justificam a fome, a ignorância e a doença que assolam África, poucos são os que se atrevem a dizer que a solução passa por banir dos governos os políticos corruptos que, ao contrário das teses de Nelson Mandela, não vivem para servir. E se não vivem para servir, não servem certamente para viver.
Mas como é de futebol que o povo (seja ou não africano) gosta, a verdade é que o mundo vai parar para ver a Copa do Mundo. É um ópio que, também em África, fará esquecer a barriga vazia. Depois? Depois virá a ressaca e tudo regressará ao normal.
*Ao olharem para as estruturas físicas da Copa do Mundo, os jornalistas vão ficar admirados com a capacidade da África do Sul. E de tal forma isso vai acontecer que vão ficar cegos quanto à realidade que está para além dos estádios de futebol e dos hotéis. Ninguém vai dizer que África[bb] está como está (poucos com muitos milhões e muitos milhões com pouco ou nada) porque os líderes africanos de uma forma geral (e nem Nelson Mandela conseguiu pôr ordem na casa) falharam depois das independências em todos os parâmetros da governação.
*Em algum lado se dirá que quando nasceram os primeiros Estados africanos independentes, nos anos 50, África estava melhor em termos económicos? Não. Aliás, essas falhas graves (corrupção e similares) não só não provocaram o desenvolvimento e a igualdade como, o que não é menos grave, aceleraram o retrocesso. A culpa não é, está bom de ver, só dos maus líderes africanos. É também do povo que aceitou ser governado por ineptos, mas, sobretudo, do mundo ocidental que sempre olhou para África com a ideia de “quanto pior… melhor”.
*Isto porque se os africanos morrem, à fome ou nas guerras, as riquezas (petróleo, diamantes etc.), essas continuam lá. Se a África do Sul, por exemplo, tem capacidade para organizar a Copa do Mundo, porque razão não consegue ter a dignidade de puxar pelo continente para tirar África da suicida dependência do Ocidente? E se todos concordam que não se justificam a fome, a ignorância e a doença que assolam África, poucos são os que se atrevem a dizer que a solução passa por banir dos governos os políticos corruptos que, ao contrário das teses de Nelson Mandela, não vivem para servir. E se não vivem para servir, não servem certamente para viver.
Mas como é de futebol que o povo (seja ou não africano) gosta, a verdade é que o mundo vai parar para ver a Copa do Mundo. É um ópio que, também em África, fará esquecer a barriga vazia. Depois? Depois virá a ressaca e tudo regressará ao normal.
Educação do homem do campo "africa do sul" ( jessica e edilani )
Professores e educadores de 147 municípios baianos se reúnem em África , de 17 a 21 de maio, para participar da formação do Programa Escola Ativa, voltado para melhorar o desempenho escolar dos estudantes da homem do campo. O programa já atende 183 mil estudantes de 19.172 classes multisseriadas, que agregam alunos de diferentes idades, em 328 municípios.
O evento acontece no Hotel new áfrica e vai proporcionar as discussões sobre alfabetização e letramento. Para a professora Magnólia dos Santos, formadora do Escola Ativa, “a formação é importante para discutir, de forma mais crítica, as práticas educacionais realizadas nas escolas multisseriadas, para a melhoria do desempenho dos alunos que estão entre a 1ª e a 4ª séries do ensino fundamental”.
A proposta do Escola Ativa é reconhecer e valorizar todas as formas de organização social, por meio de uma metodologia de ensino específica para estudantes. “Nosso objetivo é criar condições para o estudante conhecer o contexto em que vive e não ter que se deslocar para a cidade a fim de estudar”, explica Lindomar Araújo, coordenador estadual da Educação no Campo da Secretaria da Educação do Estado da Bahia. Esta metodologia é baseada no levantamento de problemas da realidade local, relacionando-os aos conhecimentos teóricos para, assim, buscar soluções para as dificuldades enfrentadas no campo.
Escola Ativa é um programa do governo federal, desenvolvido em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Educação e, de acordo com Lindomar Araújo, “é um dos instrumentos de construção do sistema público estadual de Educação no Campo”.
“Há escolas com poucos alunos que não devem ser fechadas, porque elas são um dos últimos elementos que fazem com que a comunidade resista e permaneça na localidade”, exemplifica o coordenador, ao lembrar que o número de matrículas de alunos para abertura e manutenção de escolas segue o mesmo critério que o aplicado nas cidades.
A implantação obedece a orientações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação. “Ela define que os sistemas de ensino observem e compreendam as dinâmicas próprias das comunidades rurais e que as escolas públicas possam se articular a realidade, sujeitos, saberes, tempos e espaços das comunidades”, comentaram Wagner Roberto do Amaral, chefe do Departamento da Diversidade da Secretaria.
“Estamos avaliando e discutindo como os prefeitos que é muito mais coerente e viável manter uma escola rural com uma proposta pedagógica adequada do que causar este deslocamento dos alunos, que causa inclusive índices de evasão significativos”, comentou o chefe da Diversidade ao lembrar das ações tomadas para sanar o problema. Em 2000 havia 2.725 estabelecimentos públicos municipais de educação rural. Este número diminuiu para 1.332 estabelecimentos ate 2010
O evento acontece no Hotel new áfrica e vai proporcionar as discussões sobre alfabetização e letramento. Para a professora Magnólia dos Santos, formadora do Escola Ativa, “a formação é importante para discutir, de forma mais crítica, as práticas educacionais realizadas nas escolas multisseriadas, para a melhoria do desempenho dos alunos que estão entre a 1ª e a 4ª séries do ensino fundamental”.
A proposta do Escola Ativa é reconhecer e valorizar todas as formas de organização social, por meio de uma metodologia de ensino específica para estudantes. “Nosso objetivo é criar condições para o estudante conhecer o contexto em que vive e não ter que se deslocar para a cidade a fim de estudar”, explica Lindomar Araújo, coordenador estadual da Educação no Campo da Secretaria da Educação do Estado da Bahia. Esta metodologia é baseada no levantamento de problemas da realidade local, relacionando-os aos conhecimentos teóricos para, assim, buscar soluções para as dificuldades enfrentadas no campo.
Escola Ativa é um programa do governo federal, desenvolvido em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Educação e, de acordo com Lindomar Araújo, “é um dos instrumentos de construção do sistema público estadual de Educação no Campo”.
“Há escolas com poucos alunos que não devem ser fechadas, porque elas são um dos últimos elementos que fazem com que a comunidade resista e permaneça na localidade”, exemplifica o coordenador, ao lembrar que o número de matrículas de alunos para abertura e manutenção de escolas segue o mesmo critério que o aplicado nas cidades.
A implantação obedece a orientações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação. “Ela define que os sistemas de ensino observem e compreendam as dinâmicas próprias das comunidades rurais e que as escolas públicas possam se articular a realidade, sujeitos, saberes, tempos e espaços das comunidades”, comentaram Wagner Roberto do Amaral, chefe do Departamento da Diversidade da Secretaria.
“Estamos avaliando e discutindo como os prefeitos que é muito mais coerente e viável manter uma escola rural com uma proposta pedagógica adequada do que causar este deslocamento dos alunos, que causa inclusive índices de evasão significativos”, comentou o chefe da Diversidade ao lembrar das ações tomadas para sanar o problema. Em 2000 havia 2.725 estabelecimentos públicos municipais de educação rural. Este número diminuiu para 1.332 estabelecimentos ate 2010
Racismo o que é? ( Jessica cruz )
Crença segundo a qual as capacidades humanas são determinadas pela raça ou origem étnica, muitas vezes expressa na forma de uma afirmação de superioridade de uma raça ou grupo sobre os outros.
Pode manifestar-se como descriminação, violência ou abuso verbal.
O racismo surge na cultura ocidental, ligada a certas concepções sobre a natureza humana que fundamentaram a sua descriminação, tendo em vista a sua exploração.
O racismo é um preconceito contra um “grupo racial ”, geralmente diferente daquele a que pertence o sujeito, e, como tal, é uma atitude subjetiva gerada por uma seqüência de mecanismos sociais.
Um grupo social dominante, seja em aspectos econômicos ou numéricos, sente a necessidade de se distanciar de outro grupo que, por razões históricas, possui tradições ou comportamentos diferentes. A partir daí, esse grupo dominante constrói um mito sobre o outro grupo, que pode ser relacionado à crença de superioridade ou de iniqüidade.
Nesse contexto, a falta de análise crítica a aceitação cega do mito gerado dentro do próprio grupo e a necessidade de continuar ligado ao seu próprio grupo levam à propagação do mito ao longo das gerações. O mito torna-se, a partir de então, parte do “stat quo”, fator responsável pela difusão de valores morais como o "certo" e o "errado", o "aceito" e o "não-aceito", o "bom" e o "ruim", entre outros. Esses valores são aceitos sem uma análise onto-axiológica do seu fundamento, propagando-se por influência da coerção social e se sustentando pelo pensamento conformista de que "sempre foi assim".
Finalmente, o mecanismo subliminar da aceitação permite mascarar o prejuízo em que se baseia a discriminação, fornecendo bases axiológicas para a sustentação de um algo maior, de posturas mais radicais, como as atitudes violentas e mesmo criminosas contra membros do outro grupo.
Convém ressaltar que o racismo nem sempre ocorre de forma explícita. Além disso, existem casos em que a prática do racismo é sustentada pelo aval dos objetos de preconceito na medida em que também se satiriza racialmente e/ou consente a prática racista, de uma forma geral. Muitas vezes o racismo é conseqüência de uma educação familiar racista e discriminatória.
Pode manifestar-se como descriminação, violência ou abuso verbal.
O racismo surge na cultura ocidental, ligada a certas concepções sobre a natureza humana que fundamentaram a sua descriminação, tendo em vista a sua exploração.
O racismo é um preconceito contra um “grupo racial ”, geralmente diferente daquele a que pertence o sujeito, e, como tal, é uma atitude subjetiva gerada por uma seqüência de mecanismos sociais.
Um grupo social dominante, seja em aspectos econômicos ou numéricos, sente a necessidade de se distanciar de outro grupo que, por razões históricas, possui tradições ou comportamentos diferentes. A partir daí, esse grupo dominante constrói um mito sobre o outro grupo, que pode ser relacionado à crença de superioridade ou de iniqüidade.
Nesse contexto, a falta de análise crítica a aceitação cega do mito gerado dentro do próprio grupo e a necessidade de continuar ligado ao seu próprio grupo levam à propagação do mito ao longo das gerações. O mito torna-se, a partir de então, parte do “stat quo”, fator responsável pela difusão de valores morais como o "certo" e o "errado", o "aceito" e o "não-aceito", o "bom" e o "ruim", entre outros. Esses valores são aceitos sem uma análise onto-axiológica do seu fundamento, propagando-se por influência da coerção social e se sustentando pelo pensamento conformista de que "sempre foi assim".
Finalmente, o mecanismo subliminar da aceitação permite mascarar o prejuízo em que se baseia a discriminação, fornecendo bases axiológicas para a sustentação de um algo maior, de posturas mais radicais, como as atitudes violentas e mesmo criminosas contra membros do outro grupo.
Convém ressaltar que o racismo nem sempre ocorre de forma explícita. Além disso, existem casos em que a prática do racismo é sustentada pelo aval dos objetos de preconceito na medida em que também se satiriza racialmente e/ou consente a prática racista, de uma forma geral. Muitas vezes o racismo é conseqüência de uma educação familiar racista e discriminatória.
Assinar:
Postagens (Atom)


