sexta-feira, 9 de julho de 2010

Situação atual da República da África do Sul ( Celso )

A áfrica do Sul é atualmente, um dos poucos países da África que não se encontra entre conflitos tribais como é o caso de Ruanda e Etiópia. Porém este país é assolado por uma grande pobreza e grande miséria que nele se instalou.

A África do Sul está localizada no extremo sul do continente africano, com uma área igual a 472.359 milhas ou 1.219.090 km². A população sul-africana corresponde aproximadamente (segundo o último censo realizado em 2001) a 44,8 milhões de habitantes e devido a sua grande diversidade étnica, a África do Sul é conhecida como a “nação arco-íris”, sendo esta composta por:


·Brancos (comunidade européia formada principalmente por ingleses e holandeses): 5,4 milhões ou 12% da população;

·Mestiços: 3,8 milhões ou 8,5% da população;

·Asiáticos (chineses, indianos): 1,2 milhões ou 2,5% da população;

·Negros (grupos étnicos: Zulu, Satho, Tswana, Xhosa, Tsonga, Swai, Venda, Nodele): 34,4 milhões ou 77% da população;


Atualmente o mapa político da África do Sul está dividido em nove províncias, as quais possuem suas próprias legislaturas, primeiros-ministros e ministros próprios, as províncias são: Eastern Cape (Cabo Leste), Free State (Estado Livre), Gauteng, Kwazulu-Natal, Limpopo, Mpumalanga, Northern Cape (Cabo Norte), North West (Noroeste) e Western Cape (Cabo Oeste). A África do Sul possui três capitais representadas pelos poderes Legislativo (Cidade do Cabo), Executivo (Pretória) e Judiciário (Bloemfontein), este sistema de distribuição dos três poderes em diferentes capitais é decorrente de uma lei criada em 1992 quando ainda se discutia como seria o futuro da democracia no país após o fim do Apharteid.


O poder legislativo no país é representado pelo parlamento, composto pela Assembléia Nacional formada por 400 membros - onde 200 candidatos são eleitos pelo voto nacional e outros 200 são eleitos pelo voto provincial - e pelo Conselho Nacional das Províncias que tem por objetivo satisfazer os desejos das províncias - este órgão é composto por 90 membros, sendo 54 deles membros permanentes.

A África do Sul é o maior participante comercial dentre os países do continente africano, pois está localizado em um ponto estratégico no continente, o país está exatamente na passagem que liga o oceano Atlântico ao Índico que permite a realização de comércio marítimo entre o ocidente e o oriente. Sua exportação está voltada para a área agrícola (representando 6,1% de todo o seu PIB), principalmente para a produção de milho, açúcar frutas e vegetais, porém ela se baseia em um sistema periódico que faz com que a quantidade da sua produção varie periodicamente devido ao período das secas existentes na África todo o ano. A maior parte das importações concentra-se na compra de produtos têxteis, peças de carros e máquinas para o plantio de seus alimentos, porém o país ainda convive com o problema da fome, pelo fato de as políticas governamentais darem mais ênfase à exportação do que a necessidade de suprir o mercado interno, o que conseqüentemente acarreta uma má distribuição de alimentos a população, gerando desta forma a fome no país. O país possui 4 regiões portuárias: Cabo de boa esperança (Cidade do Cabo), Porto Elizabeth, Leste de Londres e o porto de Durban.

Vale ressaltar que a África do Sul retém a maior reserva de minerais do planeta (88% do grupo de metais da platina, 83% de manganês, 72% de cromo, 45% de vanádio, 40% de ouro, 25% de diamantes) e investe maciçamente em sua extração, tanto é que a mineração consiste em um terço do seu PIB atualmente. O turismo na África do Sul também é extremamente importante para o país, acredita-se que ele possivelmente venha a se tornar um dos principais contribuídores para o aumento do PIB sul-africano nos próximos anos.

 
Quanto às áreas de crescimento no país, destaca-se a produção de softwares que gera aproximadamente U$ 500 milhões por ano e estima–se que haja um crescimento anual de 16% desse valor a cada ano e destaca-se também a assistência médica que contribui com U$250 milhões para o PIB sul-africano, a estimativa é de que este setor cresça 5% a cada ano.

Segundo os dados publicados pela ONU (Organização das Nações Unidas) no ano 2000, o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) da África do Sul é de 0,695. A moeda que se utiliza no país atualmente é o Rand que equivale á aproximadamente U$0,15, ou que um dólar equivale a uma média de 6,48 rands.

Hoje, a África do Sul Comemora dez anos de liberdade de um regime racista e democraticamente aberto ao homem branco, que excluía o negro da sociedade (mesmo que este representasse a maioria da população sul-africana) a Apartheid. O regime teve fim em 1990, mas levou mais quatro anos para que se realizasse uma eleição democraticamente aberta há todo o povo sul-africano. Nelson Mandela foi o primeiro homem negro a assumir o cargo presidencial tanto na África do Sul quanto no continente africano. Junto á ele estavam os seus ministros F.W. de Klerks e Thabo Mbeki, que é o atual presidente da República da África do Sul.

Fatos reais Africa do sul (Francis Santos)

África tem uma maioria vasta de estados e de regiões pobres, e a pobreza é uma razão principal e uma conseqüência da degradação ambiental. O papel anual verifica a pesquisa pequena sobre as edições ambientais em África. No trabalho eu analisarei uma região de África, demonstrando seus problemas no ambiente. Na extremidade eu indicarei a causa da raiz destes problemas e sugerirei maneiras possíveis para fora, se houver algum.


No general um a maioria vasta dos países em África depender mais de sua base do recurso natural para necessidades económicas e sociais do que toda a outra região no mundo. Assim, dois terços de povos de África sub-Saharan vivem em áreas rurais e confiam na agricultura e em outros recursos naturais para a renda. Os estados Sub-Saharan de África são direitos os países, onde os problemas ambientais são primeiros na agenda. Os problemas ambientais têm esperado já uma estadia longa para sua volta. Entre eles há ar e a poluição da água, uso inefficient de recursos naturais, óleo derrama e assim por diante. Os problemas ambientais de África sub-Saharan incluem também a poluição do ar e da água, o deforestation, a perda do solo e da fertilidade de solo, e um declínio dramático no biodiversity durante todo a região. os parágrafos do ninho enfrentarão os problemas em mais detalhes.

É completamente compreensível que os problemas ambientais na região Secundária-Sahar são cruciais e severos. O problema compelindo em África Sub-Saharan é que tem uma das populações de crescimento as mais rápidas do mundo (aproximadamente 2.2% um ano). Com o rápido crescer da população o aumento ambiental do desafio. Pelo ano 2025 de acordo com algum estimation, a população dos povos africanos estará sobre bilhão. Isto significa que os desafios ambientais definitivamente dobrarão ou triplicarão. Alguma literatura indica que os países Secundário-Africanos controlaram executar umas políticas económicas mais eficazes, que influenciem o desenvolvimento na região no general, mas o crescimento do GDP stagnated recentemente e é óbvio que com o stagnation da economia causará a diminuição na solução dos desafios ecological.

A pobreza é também o fator principal que influencia o desenvolvimento das edições ambientais. E existe também na região Secundária-Sahar, apesar da região não são esses os pobres na comparação com outras regiões em África e apesar dos recursos naturais da riqueza. No general os problemas em secundário-Sahar e em África na terra comum foram dirigidos durante o Summit do mundo no desenvolvimento sustainable (WSSD) que era ajuda em África do Sul em agosto 2002. Bàsicamente, o material do summit indica problemas ambientais e desafios principais. As edições chaves que dominam problemas ambientais africanos foram dirigidas durante o summit. Incluem:

1. Poluição e sanitation da água. Primeiramente de toda a água a poluição é causada por portos do navio da transmissão n do óleo, gerência pobre dos recursos de água, falta dos recursos financeiros requeridos para o desenvolvimento sustainable e utilização eficiente dos recursos, ausência de plantas eficazes regionais e da bacia de desenvolvimento e da gerência compartilhada, e under-estimation do potencial do groundwater suplementar fontes da irrigação e de água bebendo. Assim, os problemas freshwater de África são agudos e worsening. A falta Freshwater é os dois limites os mais grandes ao desenvolvimento em África;

2. Energia. O consumo de energia em África sub-Saharan varia dramàtica e domina o consumo de combustível. De acordo com relatórios o uso da madeira para o combustível é predominant em posições rurais e urbanas e esclarece aproximadamente 70% do uso total da energia. Esta causa um outro deforestation do problema. Na região de Secundário-Sahara Nigéria conduz consistentemente ao consumo de energia comercial. Assim, de acordo com dados em 2001, Nigéria consumiu 0.92 quadrillion BTU (quads), 32% de toda a energia consumida na região. Embora a demanda doméstica para o consumo de energia em África sub-Saharan esteja crescendo ràpidamente, os níveis de consumo remanescem bem abaixo das médias do mundo. Eu gostaria de mencionar mas poucas palavras sobre o deforestation. África é home a uma das florestas de chuva as maiores do mundo. É óbvio que as florestas de chuva são pulmões da terra e de sua poluição de ar da causa da redução. Protegem e estabilizam solos, recycle nutrientes e regulam a qualidade e o fluxo da água. O Deforestation é um de pressionar problemas ambientais não somente em África mas em outras partes do mundo e tem implicações negativas para o ambiente local e global. As florestas cobrem aproximadamente 22 por cento da região, mas estão desaparecendo mais rapidamente do que seja là onde for no mundo tornando-se. Durante os 1980s África perdeu 10.5 por cento de suas florestas. Assim, as florestas africanas são shrinking em conseqüência do deforestation.

Gastronomia (jair )

A África do Sul é um polo de vinícolas desde a chegada da Companhia das Índias Ocidentais no século XVI, porém a abertura do mercado só foi possível com o fim do regime do Apartheid em 1994, quando acabaram os boicotes comerciais. Atualmente a África do Sul tem vinhos reconhecidos mundialmente. A culinária exótica também faz sucesso em diversos restaurantes requintados do mundo. Crocodilos, larvas e antílopes são os pratos mais tradicionais.

Cultura da Africa ( jair )

A cultura sul-africana é umas das mais complexas do mundo. Com 11 idiomais oficiais, o país é palco de diversas etnias tribais, com suas histórias e tradições distintas. Além disso, o país-sede da Copa do Mundo ainda conta com a contribuição de dois países colonizadores, a Holanada e a Inglaterra, que ajudaram a constituir a atual identidade do povo.
O período do apartheid, regime de segregação racial que afetou o país até o início da década de 1990, também converteu-se em cultura. Os resquícios das barbáries cometidas e os locais onde tudo aconteceu se tornaram patrimônio da humanidade. Na época do apartheid, as barreiras raciais eram evidentes até nos esportes, os negros jogavam futebol e os brancos críquete (desporto semelhante ao basebol), não havendo nenhuma interação entre os dois grupos. O futebol sul-africano tem como maior título nos gramados uma única edição da Copa Africana.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

À fome, à miséria, à corrupção (Tyna )

*Virados e vocacionados para o futebol, não dirão ao mundo que, segundo o Programa Alimentar Mundial (PAM) da ONU[bb], cerca de 12 milhões de pessoas poderão morrer de fome em Angola, Botswana, Lesoto, Malaui, Moçambique, Suazilândia, Zâmbia e Zimbabwe se não forem distribuídos um milhão de toneladas de cereais. E entre as declarações de Carlos Queiroz e Dunga não sobrará tempo para dizerem que não faz sentido pedir aos pobres dos países ricos para dar aos ricos dos países pobres. Que não faz sentido enviar para África toneladas de antibióticos, porque estes remédios são para tomar depois de uma coisa que milhões de africanos não têm: refeições.
*Ao olharem para as estruturas físicas da Copa do Mundo, os jornalistas vão ficar admirados com a capacidade da África do Sul. E de tal forma isso vai acontecer que vão ficar cegos quanto à realidade que está para além dos estádios de futebol e dos hotéis. Ninguém vai dizer que África[bb] está como está (poucos com muitos milhões e muitos milhões com pouco ou nada) porque os líderes africanos de uma forma geral (e nem Nelson Mandela conseguiu pôr ordem na casa) falharam depois das independências em todos os parâmetros da governação.

*Em algum lado se dirá que quando nasceram os primeiros Estados africanos independentes, nos anos 50, África estava melhor em termos económicos? Não. Aliás, essas falhas graves (corrupção e similares) não só não provocaram o desenvolvimento e a igualdade como, o que não é menos grave, aceleraram o retrocesso. A culpa não é, está bom de ver, só dos maus líderes africanos. É também do povo que aceitou ser governado por ineptos, mas, sobretudo, do mundo ocidental que sempre olhou para África com a ideia de “quanto pior… melhor”.

*Isto porque se os africanos morrem, à fome ou nas guerras, as riquezas (petróleo, diamantes etc.), essas continuam lá. Se a África do Sul, por exemplo, tem capacidade para organizar a Copa do Mundo, porque razão não consegue ter a dignidade de puxar pelo continente para tirar África da suicida dependência do Ocidente? E se todos concordam que não se justificam a fome, a ignorância e a doença que assolam África, poucos são os que se atrevem a dizer que a solução passa por banir dos governos os políticos corruptos que, ao contrário das teses de Nelson Mandela, não vivem para servir. E se não vivem para servir, não servem certamente para viver.
Mas como é de futebol que o povo (seja ou não africano) gosta, a verdade é que o mundo vai parar para ver a Copa do Mundo. É um ópio que, também em África, fará esquecer a barriga vazia. Depois? Depois virá a ressaca e tudo regressará ao normal.

Educação do homem do campo "africa do sul" ( jessica e edilani )

Professores e educadores de 147 municípios baianos se reúnem em África , de 17 a 21 de maio, para participar da formação do Programa Escola Ativa, voltado para melhorar o desempenho escolar dos estudantes da homem do campo. O programa já atende 183 mil estudantes de 19.172 classes multisseriadas, que agregam alunos de diferentes idades, em 328 municípios.

O evento acontece no Hotel new áfrica e vai proporcionar as discussões sobre alfabetização e letramento. Para a professora Magnólia dos Santos, formadora do Escola Ativa, “a formação é importante para discutir, de forma mais crítica, as práticas educacionais realizadas nas escolas multisseriadas, para a melhoria do desempenho dos alunos que estão entre a 1ª e a 4ª séries do ensino fundamental”.

A proposta do Escola Ativa é reconhecer e valorizar todas as formas de organização social, por meio de uma metodologia de ensino específica para estudantes. “Nosso objetivo é criar condições para o estudante conhecer o contexto em que vive e não ter que se deslocar para a cidade a fim de estudar”, explica Lindomar Araújo, coordenador estadual da Educação no Campo da Secretaria da Educação do Estado da Bahia. Esta metodologia é baseada no levantamento de problemas da realidade local, relacionando-os aos conhecimentos teóricos para, assim, buscar soluções para as dificuldades enfrentadas no campo.

Escola Ativa é um programa do governo federal, desenvolvido em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Educação e, de acordo com Lindomar Araújo, “é um dos instrumentos de construção do sistema público estadual de Educação no Campo”.

“Há escolas com poucos alunos que não devem ser fechadas, porque elas são um dos últimos elementos que fazem com que a comunidade resista e permaneça na localidade”, exemplifica o coordenador, ao lembrar que o número de matrículas de alunos para abertura e manutenção de escolas segue o mesmo critério que o aplicado nas cidades.

A implantação obedece a orientações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação. “Ela define que os sistemas de ensino observem e compreendam as dinâmicas próprias das comunidades rurais e que as escolas públicas possam se articular a realidade, sujeitos, saberes, tempos e espaços das comunidades”, comentaram Wagner Roberto do Amaral, chefe do Departamento da Diversidade da Secretaria.

“Estamos avaliando e discutindo como os prefeitos que é muito mais coerente e viável manter uma escola rural com uma proposta pedagógica adequada do que causar este deslocamento dos alunos, que causa inclusive índices de evasão significativos”, comentou o chefe da Diversidade ao lembrar das ações tomadas para sanar o problema. Em 2000 havia 2.725 estabelecimentos públicos municipais de educação rural. Este número diminuiu para 1.332 estabelecimentos ate 2010